Mostrando postagens com marcador resenha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador resenha. Mostrar todas as postagens

1 de outubro de 2014

Resenha - Se eu Ficar

Ultimamente tenho lido muitos livros que tenho expectativas. Se eu ficar foi um daqueles que eu estava enlouquecida pra ler, pois sabia que amaria desde a primeira página. Havia muita falação sobre ele e já tinha assistido ao trailer lá de fora, mesmo antes de saber que era um livro. Para a minha sorte, sim, eu o amei desde o início, mas também o odiei.

Se eu ficar nos apresenta Mia, uma garota quieta, com poucos amigos, que se apaixona pelo violoncelo ainda bem criança e que se considera meio que uma ovelha negra na sua família, já que todos são punks, e ela ama música clássica. Apesar das diferenças, sua família não podia ser mais feliz. Eles se divertem juntos, riem e fazem passeios. E é em um desses passeios que tudo muda. Em uma grave batida de carro, Mia perde seus pais na hora, seu irmãozinho (Teddy, seu lindo!) fica em estado grave e ela entra em coma.

Apesar do coma, Mia consegue ver tudo a sua volta, como um fantasma ou anjo, denomine como quiser. Ela está viva na cama, mas seu espírito está a sua volta, vendo seus familiares sofrerem, lidando com a morte dos pais e com diversas descobertas. Ao mesmo tempo em que vemos sua família, amigos e os amigos dos seus pais a sua volta, também acompanhamos flashbacks mostrando a importância dessas pessoas na vida dela, momentos importantes que compartilharam e que me tocaram como achei impossível de acontecer.

E Adam. Mia e Adam são completos opostos, ele ama rock, assim como sua família, mas se apaixonou por ela, a menina que toca violoncelo, que não se veste de preto e ouve música clássica. E ela também se apaixonou por ele, com seu jeito despojado, divertido e apaixonado. Os dois estavam juntos há mais de um ano quando o acidente acontece, e todo o amor dele é uma das coisas mais tocantes que já li.

Se eu ficar é um livro diferente, misturando os flashbacks com um presente sem interações com os outros personagens, e também é um livro apaixonante, que te deixa à flor da pele. Não chorei, digo, não deixei lágrimas escorrerem pelo meu rosto, mas minha visão ficava turva a cada capítulo passado. Acho que uma das partes que mais me emocionou foi a conversa de Kim com a Mia desacordada. Kim é a melhor amiga de Mia (as duas também tem uma história divertidíssima, mas vou deixar você ler para descobrir.), e a cena é linda e mostra como uma amizade pode ser forte.

É um livro muito leve, que pode ser lido em questão de horas... Mas eu não me responsabilizo por desidratação, ok? A escrita de Gayle Forman é ótima, direta e muito dinâmica, não me deixando cansada de ler o livro hora nenhuma.

Vi algumas pessoas reclamando do livro, dizendo que estavam frustradas, mas não posso concordar com nenhuma delas. Acho que a história é diferente, a forma que foi contada também, quando nos propomos a ler um livro assim, devemos ter a mente aberta ao que vier, não querer que aquilo que achamos que vai acontecer, seja o que está escrito lá.
Então, se você ama uma boa história sobre família, amor, amizade e, principalmente, fé em si mesmo, Se eu ficar é o livro ideal para você. Além do mais, quem se importa em chorar um pouquinho?


Aproveite e assista ao trailer do filme abaixo. Já assistiu? Assista de novo, é lindo! <3

15 de julho de 2014

Resenha - O Jogador nº1

Sinto que essa resenha não será tão difícil de escrever quanto as outras de livros que gostei tanto quanto esse, afinal, recomendei tanto e descrevi a história tantas vezes que agora só preciso organizar um pouquinho a idéia para passar para você, pessoa fofa e interessada no que eu ainda escrevo! =)

Para começar, estamos em 2044, nosso mundo não está indo muito bem, a pobreza se agravou bastante e, desde então, o mundo evoluiu muito quanto à tecnologia, inclusive os videogames. Aí que entra OASIS, um super game de realidade virtual, onde o usuário utiliza visores e luvas para estar imerso no mundo criado por um senhor chamado Halliday. Tudo acontece dentro do OASIS: Escolas, compras, as pessoas vivem lá dentro, desligando-se apenas para comer, dormir, enfim, necessidades humanas.

Quando Halliday morreu, deixou um vídeo para os usuários do OASIS, iniciando uma grande caçada: A caçada ao Easter-Egg. Halliday era viciado na década de 80 e decidiu deixar para a pessoa que encontrasse o “ovo” escondido dentro do OASIS toda a sua fortuna no mundo real

Então conhecemos Wade Watts, um garoto muito pobre que mora com uma tia viciada e seu novo namorado. Wade fica ainda mais imerso que os outros no OASIS, para fugir da triste vida que tem com eles, e começa logo a história nos dizendo que conseguiu vencer a caçada e que nos contará tudo. Daí a história começa, mostrando um pouco de tudo desse mundo todo futurístico que só vemos em filmes sendo vivido por eles dentro de uma realidade virtual.

Parzival, o avatar de Wade, se torna uma celebridade do dia para a noite, quando aparece no placar tendo descoberto a primeira pista do Ovo. Todos estão atrás dele o tempo todo, querem saber quem ele é e, principalmente, como ele conseguiu tal façanha. Logo também conhecemos os amigos de Parzival, que vão conseguindo seguir as pistas junto com ele... E essas pessoas merecem uma história a parte, pois são personagens maravilhosos!


As referências ao mundo nerd, a coisas dos anos 80 estão por toda a parte! É um livro para deixar os fãs e nerds com os olhos grudados nas páginas e aqueles que, como eu, não entendem muiiiito sobre as referências, fiquem loucos atrás de explicações e pesquisando o tempo todo! Surpreendentemente, O Jogador nº1 se tornou fácil um dos meus livros favoritos por me surpreender tanto! Recomendo para todos!

Beijos,

12 de fevereiro de 2014

Resenha - Enfeitiçadas

Enfeitiçadas é um livro de muitas surpresas e fez eu me arrepender de ter ficado tanto tempo sem ler algo relacionado a bruxas! Tinha me esquecido do quão maravilhosas elas são *-*. Mas vamos à história...

Cate e suas duas irmãs, Maura e Tess, são bruxas. O livro se passa em 1800 e alguma coisa, uma época onde as mulheres deviam ser submissas aos Irmãos, que é um grupo de homens que caça as bruxas e tem a responsabilidade de identificar, julgar e prender as mesmas, além de fazer isso também com mulheres que são “moderninhas” demais para eles.

Cate, a mais velha das três, está com 16 anos e irá ter que declarar sua intenção em breve a sociedade. Suas opções são se casar com um homem e ser submissa a ele, o que ela não sabe realmente se quer, e também pode se juntar as Irmãs, que é um grupo de mulheres voltadas a ajudar pessoas e meio que formar e educar meninas, como se fossem governantas. Claro que ela não faz ideia do que vai fazer ainda...

Para complicar ainda mais sua decisão, Paul, seu melhor amigo de infância, volta a cidade após anos fora e se mostra interessado em pedi-la em casamento e, em contrapartida, conhecemos Finn, um rapaz com menos condições financeiras, mas que, claro, é um doce! Finn se recusou a se juntar aos Irmãos e vive do dinheiro que ganha com a livraria da família, que os Irmãos querem fechar, já que leva conhecimento demais as mulheres e, claro, eles não querem isso.

Enquanto isso, trios de irmãs de toda a cidade começam a ser perseguidas e condenadas por bruxaria, uma a uma. Ao perceber isso, Cate começa a se preocupar com o bem estar da sua família e a pensar em como resolver isso. Sem sua mãe, que já morreu e foi quem passou o dom da bruxaria para ela, e com o pai alheio aos poderes das filhas, Cate não sabe o que fazer e busca conhecimento no diário da sua mãe, após receber um misterioso bilhete a aconselhando a faze-lo.

Então, uma profecia é descoberta e Cate percebe que a decisão da sua intenção será muito mais importante do que ela imagina. Com a chegada de uma nova governanta na casa, com intenções duvidosas, além da dúvida entre Finn e Paul, Cate se vê cercada de decisões difíceis a tomar e que não afetarão somente a ela, mas também as suas irmãs e toda sua família.

Os personagens do livro são bons. Não me senti muiiito próxima a Cate, mas nada que me incomodasse na leitura, mesmo sendo em primeira pessoa. Finn e Paul também são ótimos, mas senti falta de conhecer um pouco mais, o que me levou logo a ser "team Finn". Maura, a irmã do meio, é rebelde, linda e divertida, mas irrita na maioria das vezes, na verdade, o livro termina e eu mal conseguia segurar meu ódio dela! KKKKKK. Já Tess é super poderosa, doce e ainda mais divertida, além de se mostrar mais adulta que suas irmãs mais velhas em diversas sequencias.

O livro tem uma arte linda, a capa é maravilhosa e o início dos capítulos também é muito lindo! Fiquei apaixonada... A Arqueiro fez um trabalho incrível no visual do livro. Infelizmente, percebi diversos erros nas palavras, questão de revisão, é apenas incomodo!

Recomendo a leitura! É uma história bem dinâmica, que não se prende a cenas desnecessárias e te faz ter vontade de avançar capítulo depois de capítulo! Podemos ter um gostinho do segundo livro, já que é impossível terminar Enfeitiçadas sem querer saber o que acontece com Cate logo após... É, melhor parar por aqui, né? HAHAHAHA’

Beijos

22 de janeiro de 2014

Resenha - Príncipe Mecânico

Não, eu não morri! Apenas tirei férias... Sem avisar... Er. Mas estou voltando, de verdade dessa vez, rs.

Um vício sem tamanho! É a frase perfeita para se definir a série Peças Infernais... Depois de ler a “primeira trilogia” de Os Instrumentos Mortais e o primeiro da “segunda trilogia” (Cidade dos Anjos Caídos), meio que fiquei frustrada com Cassandra Clare, sem ver necessidade nessa continuação, mas decidi dar uma chance a Anjo Mecânico e me apaixonei. Infelizmente, demorei bastante a ler sua continuação, o Príncipe Mecânico, e me arrependi muito por ter feito isso. Agora, quero Princesa Mecânica em minhas mãos PRA ONTEM!

Atenção, se você não leu o primeiro livro, aviso logo que a resenha contém spoilers de Anjo Mecânico e, se quiser seguir, é por sua conta e risco.

Após descobrir a traição do irmão e se magoar com o jeito de Will, Tessa continua tentando se encontrar neste mundo que acabou de descobrir. Ainda no Instituto, Tessa e os Caçadores das Sombras seguem juntando pistas para tentar desvendar tudo que podem sobre o Magistrado (Mortmain). Porém, agora eles têm mais um desafio... Com a morte de dois funcionários e a invasão do Instituto, a Clave não está nada feliz com a direção de Charlotte, e Benedict Lightwood fará de tudo para tirar o comando das suas mãos.

Para evitar isso, eles também terão que apresentar provas de que estão conseguindo investigar o Magistrado e mostrar que Charlotte não levará o Instituto ao fracasso. Mas enquanto isso parece que Will se torna cada vez mais esquivo e grosseiro com todos, o que deixaria muitos leitores com raiva... Poréeeeeeeem, conhecemos mais do passado esse misterioso personagem, algo que nos deixa com o coração na mão, querendo cuidar dele *-* (Ok, nós, apaixonadxs pelo Will <3).

Parece que Cassandra resolveu escrever esse livro para destruir nossos corações aos poucos. Além de toda aventura e dos muitos mistérios desvendados e iniciados, o lado emocional de muitos personagens foi exposto. Conhecemos mais também sobre Jem e sua doença e sobre o que precisa para seguir vivo. Também nos é contado mais sobre Charlotte, sua família e como ela e Henry se conheceram e ficaram juntos. É simplesmente genial e apaixonante. Não sei como não me apaixonei antes por essa série.

Todos os personagens mostram seu valor neste livro, ninguém passa despercebido. Jessamine mostra que tem mais segredos do que pensamos, Magnus tem uma importância sem tamanho e me deixou certa de que ele é um dos melhores personagens escritos pela Cassandra. Sophie, obrigada a treinar para se defender com filhos de Benedict Lightwood, junto com Tessa, se mostra forte, sincera e uma grande amiga para a personagem principal.

Enquanto todos querem fugir do Magistrado, percebemos que uma hora ou outra terão de ir de encontro a ele para conseguir as respostas que precisam. O Príncipe Mecânico é um livro que mexe com a nossa cabeça, nossos sentimentos e nos deixa a flor-da-pele, ansiosos pelo próximo volume, com raiva, tristeza e um pouco de todos os sentimentos possíveis.

Recomendo muito J Não que você fosse conseguir parar de ler a série em o Anjo Mecânico... rs.


Beijos

15 de dezembro de 2013

Resenha - Inferno

Não, eu sei que não tem desculpas, hahaha. Então vamos logo a resenha do f*ckin livro do Dan Brown <3

 “Ó, vós que entrais, abandonai toda a esperança...”                                                                                                                  - Dante Alighieri  

Eu poderia terminar essa resenha aqui e só te dizer pra ler Inferno porque você não vai se arrepender, acredite em mim. Como primeiro motivo eu digo que o autor é o incrível Dan Brown, que com certeza você já conhece, já que ele também é autor de outros livros maravilhosos como O Código da Vinci, Anjos e Demônios, Símbolo Perdido, etc etc etc... Tá. Mas Fernanda, nem todo autor tem todos os livros bons! Sim, eu sei, mas Inferno não é um desses e é um livro que você DEVE ler! Eu sei que assustei uma ou outra pessoa no ônibus com um livro com ‘INFERNO’ escrito bem grande na capa (Uma mulher fez o sinal da cruz do meu lado, acredita? --“), mas cada uma dessas pessoas valeu a pena, porque enquanto eles ficaram me julgando, eu estava me embrenhando, me afogando, ganhando muito muito muito conhecimento de arte italiana, principalmente da obra de arte que é A Divina Comédia, que inspirou tantos outros artistas depois de Dante.

Sobre o livro então, né. Mais uma vez acompanhamos Robert Langdon em uma aventura. Para quem nunca leu, Langdon é um professor universitário e especialista em símbolos e, por causa disso, geralmente ele é chamado para resolver diversos problemas que os levam a problemas maiores ainda. Em Inferno, Robert acorda sem memória em um hospital e com uma charmosa médica ao seu lado, mas logo as coisas começam a dar errado para ele, quando uma mulher invade o hospital, mata o outro médico que estava junto e tenta atirar nele, que é salvo pela charmosa médica, Sienna.

Do outro lado da história, somos apresentados a uma espécie de “empresa invisível”, que pode ser contratada por milionários e outras grandes empresas, tudo por baixo dos panos, para que eles os ajudem com diversos fins... E então conhecemos um cientista com ideias “inovadoras” sobre o mundo. Essa parte é real: Nossa população está se multiplicando cada dia mais e, como aprendemos em biologia, quando uma espécie se multiplica sem parar, acaba causando sua própria extinção. É amigos, nós, humanos, estamos indo para um caminho sem volta. Este cientista, pensando nisso, desenvolveu uma solução para este “pequeno problema”, e essa solução eu não posso falar porque acho que seria spoiler, rs.

Então nos envolvemos em uma história com narrativa ágil, cheia de conhecimento, muito descritiva e nada cansativa (acredite, eu odeio narrativas descritivas!). Este cientista, um estudioso e obcecado por Dante, deixa pistas ligadas pela Itália que levam Langdon e Sienna a uma grande aventura, em busca da tal “solução” que ele deu para a superlotação do mundo, e pela busca da sua memória de volta. E tudo acontece em apenas um dia!

O fato de Robert estar sem memória é extremamente importante para o livro e, conforme a história vai passando, situações até mesmo bem engraças acontecem por conta dessa amnésia. Porém, é claro que tudo se torna ainda mais complicado por isso, já que Langdon, pelo que o próprio vai percebendo, já havia passado por diversas coisas que está fazendo de novo para desvendar o mistério.

Quando falo de Dan Brown, é complicado descrever uma história, pois é tudo muito interligado... Mas posso garantir que todos os pontos se fecham no fim, sem pontas soltas para deixar dúvidas sobre algo. Reviravoltas das mais absurdas, que te fazem voltar páginas e ver que tudo fazia sentido, e só você não percebeu... Dan Brown é um gênio!
Se ainda não conhece o autor, recomendo totalmente a leitura. Principalmente se, como eu, tiver uma paixãozinha pela Itália, hahahaha. Além da história maravilhosa, somos apresentados a grandes obras de arte... Mas eu já falei disso, né? =) Espero que vocês tenham gostado e que procurem Inferno para uma das próximas leituras ;)

Beijos

9 de novembro de 2013

Resenha - Os Adoráveis

Olá, coisas lindas <3

A leitura de adoráveis foi bem cheia de extremos para mim. No início, eu achei a ideia do livro bem legal, a sinopse me atraiu e me parecia mais um romancezinho bobo e engraçado, com personagens simpáticos para ler e me distrair. Porém, o livro que chegou na minha casa tinha 381 páginas e, além de tudo, era pesado! Eu não esperava isso de cara, mas comecei a leitura ainda assim empolgada!

Daí tudo foi pelos ares. Jeane é uma blogueira suuuuuper conceituada na internet, ganha muito dinheiro com isso e tem apenas 17 anos. Já mora sozinha em Londres, enquanto os pais e a irmã mais velha moram em outros países. Seu blog, o Adorkable, dita a moda dos “Dorks”, que meios que são o que vemos hoje como geeks e nerds, só que Jeane se veste de uma forma bem bizarra, coisa tipo meia calça laranja, casaco roxo de gatinhos e, sei lá... Saia pregada verde florescente! Além do cabelo que muda constantemente de cor. E, COMPLETAMENTE irritante, grossa e estúpida. Se acha superior e não fala com ninguém do seu colégio além de Barney, seu namorado bobão e sem sal.

Enquanto isso, do outro lado da história, temos Michael Lee, um garoto meio oriental, fofo, e daqueles que a gente odeia porque sabe fazer de TUDO. Inteligente, esportivo, bonito, engraçado, popular e se veste bem. Tá né. O garoto é realmente perfeito, além de namorar também com a senhorita perfeição: Scarlet.

A história se inicia com Michael desconfiando que Scarlet e Barney estão tendo um caso e –isso não é spoiler!- eles estão mesmo. Bom, tecnicamente eles não se beijaram, mas os dois se gostam e com isso os respectivos namoros acabam. Então, como você deve imaginar, Jeane e Michael acabam se aproximando aos poucos e eu não vou falar como, porque é um pouco divertido de se ler, rs.

O livro tem uma mensagem bem interessante sobre como nós somos levados pelo que os outros pensam, seja considerando isso ou não. É curioso ver como a Jeane quer sempre estar destacada de todo mundo, ser diferente e não dá a mínima para a moda dos outros, ela acredita que seus 2398479 de seguidores estarão lá por ela e que estes são os verdadeiros amigos. Mas aí é que está algo que foi forte pra mim no livro, acabamos todos sendo meio solitários com essa questão online. Os amigos deixam de estar fisicamente próximos para matar a saudade pelo Facebook, Twitter, Whatsapp... É meio triste se pararmos pra pensar nisso. E, quando percebi esse olhar, foi que comecei a gostar da Jeane.

Assim como o Michael. O lado dele não teve muitos ensinamentos pra mim, apenas de que devemos estar mais abertos as diferenças e sabermos quem somos, sem querer estar e ser tudo ao mesmo tempo! É uma narrativa bem divertida e dinâmica, isso eu posso garantir, ri um bocado da metade do livro pro fim e realmente tinha vontade de ler mais e mais quando meus pontos de ônibus chegavam. #mimimi

Adorei os tons da capa, mas detestei o fato de terem rostos dos personagens ali, me impedindo de imaginar qualquer coisa! Fiquei exatamente com a cara dos modelos na cabeça durante toda a leitura. Isso seeeeempre me chateia! Então, assim, eu recomendo sim o livro, pois é divertido e te passa uma lição sobre o mundo atual em que vivemos, mas ao mesmo tempo ele demora a nos envolver e acaba frustrando um pouco.

Beijos

27 de outubro de 2013

Resenha - Bruxos e Bruxas

Era um sonho pra mim ler James Patterson, sério mesmo. Eu via que ele sempre escrevia livros incríveis de suspense, mas como essa nunca foi a minha praia, acabei nunca lendo. Bruxos e Bruxas foi meu primeiro contato com a escrita dele e não me decepcionei nem um pouco, porém, também não foi aquele choque de “omg, o que eu estava pensando?!”. Mas o que importa é que gostei, certo? rs.

Pra começar, minha expectativa era ENORME –talvez por isso a decepção de leve-, já que a Novo Conceito fez um dos melhores trabalhos de divulgação que eu já vi com o livro! Claro, após várias cartas chegando em casa, cartazes de procurados e a página da Novo Conceito “hackeada” deu pra sacar o que era. E isso me deixou ainda mais ansiosa pela leitura do livro e por ele chegar na minha casinha <3 Quando chegou, não demorei a ler! Apesar de ter gostado demais, não foi tudo que eu esperava no fim.

Bom, Bruxos e Bruxas é narrado por Wisty e Whit, dois irmãos, ela com 15 e ele com 17 anos, que tem sua vida virada de ponta cabeça, por conta de uma acusação de bruxaria! Os dois, que nunca tinham ouvido falar de nada disso, são presos em casa e seus pais são levados também –sabe-se lá Deus para onde-, deixando-os sozinhos em uma prisão.

Claro que acabamos descobrindo que os dois são sim bruxos e que podem fazer coisas inimagináveis. Wisty é quem tem mais destaque nesse início da história, se mostrando extremamente poderosa, mesmo que um pouco descontrolada. Whit, o irmão mais velho, não tem tanto foco assim, mas de qualquer forma também se mostra poderoso e uma graça. Rá.

Agora, nem tudo foram flores no livro. Os capítulos curtos demais - alguns com apenas uma (ou meia) página – era algo que me incomodava um pouco. Apesar de gostar de capítulos curtos, para não ter que parar a leitura de repente no meio de uma ação, esses eram curtos DEMAIS e atrapalhavam um pouco, já que vários eram desnecessários. Aos 15 anos, achei Wisty infantil, falando coisas demais e que podiam acabar trazendo problemas para eles!

Conhecemos vários personagens durante a história, mas nenhum deles foi explorado muito a fundo, e isso colaborou para a frustração toda, ainda mais com a expectativa que eu tinha com o nome JAMES PATTERSON. Bom, eu tenho algumas teorias sobre isso, mas não vou falar delas aqui, hahaha. O que importa é que acho que é tudo culpa da tal Gabrielle, que escreveu em conjunto com ele o livro, e deixou tudo meio bizarro.

A vontade de ler o ‘Dom’ não foi despertada e agora, que ele já foi lançado, não pensei nem em comprá-lo ou pedir para resenha, já que sei que não lerei tão cedo, afinal, não estou realmente curiosa. Para mim foi realmente uma frustração, mas vi algumas falando muito bem, então, quem sabe você não curte?


Beijos

29 de setembro de 2013

Resenha - O Julgamento de Gabriel

O Inferno de Gabriel (você pode ler a resenha aqui) me deixou completamente encantada com a quantidade de cultura italiana contida nele. Pedi O Julgamento de Gabriel ansiosa por ter mais disso, em busca de mais conhecimento da cultura que eu tanto amo e, infelizmente, me decepcionei. Nesse quesito.

Gabriel e Julia estão juntos e felizes, finalmente, porém, junto com uma série de coincidências (e isso sempre me chateia), o Comitê Disciplinar da Universidade recebe uma denúncia sobre o relacionamento dos dois. Então, a maravilhosa pseudo lua-de-mel dos dois acaba por aqui.

O livro manteve seu tom sensual e doce nas falas. O relacionamento entre o casal protagonista ainda é muito intenso e dá pra ver o amor grande entre eles, maaaas, com essa denúncia, Gabriel se sacrifica e assume que ele é quem assediava Julia, enquanto os dois ainda eram professor e aluna.

Nesse livro conhecemos melhor Paulina e tudo que ela é capaz de fazer, além de outro lado de Gabriel. Um homem que se mostra bem mais amadurecido, com vontade de mudar e ser uma pessoa ainda melhor. A partir daqui é complicado falar de umas coisas, mas, para falar de um ponto crucial pra mim, preciso contar: Eles passam algum tempo separados e, neste meio tempo, ao contrário de Gabriel, Julia se mostra infantil, dependente e chata.

Não consegui engolir ela enquanto vivia suas tristezas (É aquela tal da maldição do segundo livro, certeza que vocês já conhecem, hahaha), ficava reclamando e xingando e sendo a mocinha chata, enquanto via tantos esforços de Gabriel para crescer.

Porém, o desfecho não deixou a desejar. Com um fim já ao estilo de Sylvain Reynard, fiquei apaixonada nas últimas páginas e desejando, sim, o último livro da série. Espero que seja lançado logo e, principalmente, que não me decepcione como O Julgamento de Gabriel fez. Vamos torcer.

Beijos

19 de julho de 2013

Resenha - A Sombra da Lua

As vezes eu tenho medo de escrever resenhas de alguns livros, pois o final as vezes me influencia demais, tanto pra gostar mais, ou menos, de alguma história. Esse foi o caso de A Sombra da Lua pra mim. Assumo que nunca li um suspense como esse, de assassinato, desses estilo James Patterson e Cia, e por isso, considerem minha resenha uma de uma pessoa “leiga no assunto”, falando totalmente pela própria opinião. Porque é isso mesmo.

Iniciei a leitura meio pressionada, ele estava aqui há muito tempo! Muito. Mesmo. Coisa de mais de ano. E veio de parceria ~Quão irresponsável eu consigo ser?~. Pois é, comecei a ler e me envolvi completamente na história, fascinada com a descoberta de um gênero nunca antes explorado por mim e que parecia que ganharia um lugarzinho especial no meu coração, até que tudo começou a ser meio confuso, e eu comecei a me achar burra ou sei lá.

Virgil Flowers é um detetive da Divisão de Homicídios e foi chamado para uma cidadezinha, para ajudar o xerife local a resolver um assassinato. Assim que ele chega, dá de cara com uma casa pegando fogo, daqueles incêndios gigantescos. Incêndio esse que já vimos antes, no primeiro capítulo do livro, narrado pelo “Lunar”, o grande assassino da história. Logo conhecemos o xerife Stryker, que é melhor amigo de infância de Virgil, e sua linda irmã Joan, por quem Virgil fica de quatro, rs.

Inúmeros outros personagens vão aparecendo na história, como Jéssica, Big Curly e Little Curly, o jornalista Williamson, etc etc etc. Judd era o dono da casa incendiada, e o assassinato que Virgil tinha ido resolver era o dos Gleason, os dois acabaram sendo ligados e as investigações começaram. É complicado falar de um livro de suspense, pois tudo é muito interligado! E talvez isso tenha me deixado meio confusa. E por me sentir tão confusa, me senti muito burra. O problema é que não sei se sou “mentalmente desprovida” mesmo, para ler suspenses, ou se foi a narrativa mesmo.

Tentei ler com o máximo de atenção possível adorei tudo, os personagens são todos ótimos, Virgil é encantador. O problema é que acho que tudo foi muito focado nele, não vi desenvolvimento demais nos outros, que pudesse me fazer ter suspeitas ou boas surpresas com o fim! Fim este que me deixou meio ‘bléh’, é bom? Sim, ok. Mas nada que tenha me feito ficar fascinada com a história ou com o gênero.


A história fascinou por si só e se terminássemos sem um assassino talvez eu tivesse ficado mais satisfeita com o que foi feito do que como acabou. Aí volto ao início: Será que o final influencia tanto assim? A história, sozinha, é muito boa! A busca pela resolução, os personagens, as pistas, como tudo funciona... Tudo maravilhoso, mas chegou ao final e só pensei no quão corrido foi tudo e em como outros personagens poderiam ter sido melhor explorados.

Beijos

4 de julho de 2013

Resenha - A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra

A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra foi uma experiência de leitura muito excitante. Há tempos eu não lia algo que me prendesse tanto e com elementos que estão tão presentes no meu dia-a-dia. Geralmente, amo um livro que me traga novidades, que me surpreenda com mitologias diferentes, com seres sobrenaturais, ou mesmo romances fofos, os quais eu não vou passar por. Mas, Mr. Penumbra me trouxe algo totalmente novo, com coisas com as quais eu convivo o tempo todo.

Os elementos são: Livros, bibliotecas, computadores, leitores digitais, Google, programação, busca por emprego e enfim, um certo fracasso por não chegar “lá”, seja lá onde “lá” for. Tudo isso conseguiu formar um dos livros mais legais que já li, sem dúvidas! Eu só conseguia dizer o tempo todo: “Como eu amo esse livro, como eu amo esse livro!” e é isso aí, rs. Então, vamos lá?

Clay é designer, estava começando a fazer um certo sucesso criando toda a imagem de uma lanchonete, quando tudo foi pelos ares, e ele teve que encontrar um novo emprego. Então é quando ele vai parar na Livraria 24 horas do Mr. Penumbra, e, por favor, que livraria funciona 24 horas? Que clientes iriam no meio da madrugada procurar um livro? Bom, você se surpreenderia. Haviam poucas regras: Clay não podia, em hipótese alguma, tocar nos livros do ‘Catálogo Pré-Histórico’ e tinha que anotar todos os detalhes possíveis de casa cliente que fosse lá pegar um livro. Clay pegou o horário da madrugada.

Clientes estranhos começaram a aparecer, devolvendo livros que ele não fazia idéia de que existiam e muito animados com o novo livro estranho que pegaria. Todos eles do tal do Catálogo Pré-Histórico. Então, para matar o tempo dentro da livraria sem tanto movimento, Clay começa um projeto de montar a livraria em 3D no computador e mostrando uma linha do tempo em que mostra a ordem em que os livros foram pegos por cliente “tal”. Pois então, é no meio deste projeto que Clay conhece Kat, uma garota-gênio, que trabalha no Google, e conserta alguns probleminhas da sua “Livraria 3D”. Daí que os mistérios começam a aparecer.

Clay descobre toda uma sociedade secreta por trás daquela livraria e algo que roda todo o mundo. O livro te promete algo, você fica encantado e quando lê, a coisa supera tudo que você poderia imaginar! É complicado contar o que acontece a partir de agora, porque tudo se torna spoiler, mas posso garantir que é surpreendente! O livro te prende e te deixa com vontade de ler uma página atrás da outra, sem parar, precisando descobrir o que vem a seguir!

Viagens, perseguições, Google, nerdices, mistérios, uma pitadinha de romance, nerdices, personagens engraçados, livros, mais nerdices! Como não amar A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra? É daqueles livros que você sabe quem tem que ler, quem irá gostar tanto quanto você e você não sossega até que a pessoa leia <3. Ah, como eu queria uma continuação, não que precise, ele fecha direitinho, nos deixando só com vontade de quero mais... Só que é tanto livro ruim ai com 354 livros de continuação, que me frustra ver livros maravilhosos sendo únicos, rs.

Então, se você curte nerdices, dar risadas, ficar apaixonado por um livro e se satisfazer com o final... A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra é pra você ;) 

22 de junho de 2013

Resenha - Belle

Olá pessoal! Antes de começarem a ler a resenha, quero avisar que ela não foi escrita por mim, e sim pela Sthefany, que é uma amiga minha e gosta tanto de ler quanto eu! Então, pode ser que eu apareça de vez enquanto com algumas resenhas dela aqui pra vocês, ok? :) Espero que curtam!                           


 

Oi pessoal! Meu nome é Sthefany, mas podem me chamar de Fany. Sou otome (fã de anime e cultura oriental). Escrevo músicas, canto, atuo e danço. Gosto de K-pop e Rock. Amo doces e ler é um vício pra mim. E meu sonho é ser uma cantora e uma atriz famosa. Espero que gostem da minha pessoa! ^-^

Belle é um livro da autora Lesley Pearse, lançado aqui no Brasil pela novo conceito, que conta história de uma linda garota de 15 anos, que mora na Inglaterra junto com sua mãe, Annie. Mas foi criada por Mog, empregada de onde ela vive, que por sinal é, acreditem ou não, um bordel. Porém, Belle não faz ideia do que acontece nos andares de cima ao cair da noite.

Um dia, ela conhece um garoto (mega fofo) chamado Jimmy e eles se tornam amigos. No dia seguinte, Belle resolve, junto com Mog, arrumar os quartos das meninas, e ela se encarrega do quarto de Millie. Porém, acaba adormecendo lá e, quando acorda, para sua surpresa, Millie está entrando no quarto com um homem. Belle, morrendo de medo e vergonha se esconde em baixo da cama e vê tudo o que acontece por lá (Não vou falar o que acontece porque é meio nojento) e esse homem acaba matando Millie. Assustada, ela corre do quarto pedindo ajuda a todos e o homem foge.

            No dia seguinte, ainda muito abalada, Belle conta tudo para Jimmy, mas acaba não voltando para casa, pois o homem que havia matado sua amiga Millie a captura e a vende para uma casa de prostituição, e assim ela vai passando de lugar em lugar para sobreviver até poder finalmente voltar pra casa.

 O livro é bom e relata bastante a realidade de meninas que são vendidas por pessoas sem coração que estão nesse ramo sujo. Acho que a autora deve ter pesquisado bastante sobre isso, porque ela retrata com clareza (até demais, admito que fiquei um pouco surpresa e intrigada) tudo o que acontece tanto na venda, quanto dentro dos quartos dos bordéis.

O que eu achei mais legal foi a riqueza de detalhes, e como cada coisa no livro parece ter sido bem pensada. A começar pela capa, que sendo a própria Belle, você visualiza aquela menina linda de cabelos negros olhos azuis e boca carnuda o decorrer todo da leitura. (Que é um feito e tanto para leitoras que, como eu, SEMPRE se imaginam dentro da história)
No livro também conta como Annie, mãe de Belle, conseguiu a casa onde ela é a “patroa”: Era de uma condessa que administrava a casa, e Annie era sua “empregada” (não quero dizer o nome técnico porque dá a maior peninha...) favorita. Mog tinha a função de sempre e ela ajudou a esconder que Annie estava grávida, se não a condessa poderia demiti-la. Quando a condessa morreu, deixou a casa para Annie, que continuou com o negócio do bordel.


Apesar do livro ser beeeeeeeeem grosso. Vale muito a pena o ler até o final. Eu adorei a história do inicio ao fim. Você consegue sentir todas as emoções e dramas que Belle passa e começa a refletir sobre as meninas que sofrem desse mal nos dias de hoje e sinceramente, eu passei a valorizar mais as “chatices” e preocupações da minha querida mãezinha. SUPER RECOMENDADO!

28 de maio de 2013

Resenha - Meu amor, meu bem, meu querido

Existem duas coisas que podem acontecer quando você lê um livro sem se lembrar da sinopse. 1- Você se apaixona pela história, que descobre aos poucos, sem saber pelo que esperar. Ou 2- Você se frustra como que acontece e se arrepende de ter lido sem saber bem o que ia encarar pela frente. Eu ainda não decidi muito bem o que aconteceu comigo, pois queria muito mais aprofundar no romance, mas me vi imersa em um mundo de velhinhos nada fofos e muito divertidos, com uma garota querendo superar um amor, ou uma obsessão.

Meu amor, meu bem, meu querido, te passa de cara uma imagem de romance gracinha. Só lembrava que tinha um carinha mau na história e que a Garota Calada –Ruby- estava saindo com ele. Me identifiquei muito com a personagem principal no início, que não sabe ser quem ela verdadeiramente é na frente das pessoas e que acaba se tornando pessoas diferentes quando está com um ou outro. Ô tristeza. Não é falsidade, é não saber como agir e tentar se adaptar.

Pois bem, Ruby começa a sair com Travis –o garoto mau- e ele é daqueles viciados em adrenalina (só pode), ele começa a levá-la para pequenas aventuras por achar ela uma garota corajosa, afinal, ela age assim na frente dele. Os dois começam a sair juntos, até que em uma aventura um tanto exagerada de Travis, Ruby percebe que não é aquilo que ela quer. Sem saber como se livrar daquela paixão toda por pelo carinha mau, Ruby acaba contando para a mãe sobre ele, sem dar detalhes, e, para ajudá-la, a mãe começa a levá-la para o Clube do Livro que ela organiza: As Rainhas das Caçarolas <3. E é a volta delas que a história gira.

Durante a leitura de um livro, as outras integrantes descobrem que Lilian –uma das rainhas, que sofreu um derrame- é a personagem principal daquela história que estão lendo. Nunca haviam acreditado nela, mas, após o contato com o autor, a mãe de Ruby percebe a verdade, conta para elas, e todas decidem que devem ajudá-los a ficar juntos. O problema é que as filhas de Lilian colocaram-na em uma casa de repouso. Claro, teriam que sequestrá-la.

A partir daí a aventura só aumenta, um grupo de velhinhos, a mãe de Ruby, a própria Ruby e Chip Jr., seu irmão mais novo, entram em uma aventura incrível para fazer Lilian ter o seu final feliz. Mas essa história é muito mais do que apenas para ajudar Lilian, serve também para tentar fazer com que Ruby tente esquecer Travis, o que se mostra uma tarefa muito difícil. Ainda conhecemos também o pai de Ruby e Chip Jr., que foi o “cara mau” da vida da mãe de Ruby, e que a motiva ainda mais a querer esquecer Travis.

Queria um romance. Queria um mela-mela que me fizesse suspirar. Sim. Porém, amei a história de amor de Lilian e Charles, toda a aventura, e o espírito feliz e familiar que o livro te passa. O final é esperado e, conforme você continua a ler, percebe o que irá acontecer, porém, o ritmo de leitura não se perde em momento algum. Amei. É uma leitura mais do que recomendada para os que querem se surpreender (Agora não vão mais tanto, maaas... hahaha) e se aventurar.

Ah! E como conta a história de um clube de leitura, no fim ainda vem com um guia para clube, com questões a serem discutidas, e atividades: Coisas como criar seu próprio clube da leitura, descobrir uma história digna de livro dentro da sua família e coisas do gênero. Achei muito criativo!

Foi meu primeiro livro da autora, Deb Caletti, e não me arrependo! Recomendado ;)


5 de abril de 2013

Resenha - Hades


Li Halo tem mais ou menos 2 anos, ganhei no natal do ano que fiz o blog e li logo depois. Meu encanto pela história, na época, era mágico... Lembro que estava encantada com os anjos bonzinhos, como Bethany, Ivy e Gabriel... Agora, cá estou, resenhando Hades, 2 anos depois, tendo mudado muito e, pelo visto, a autora também.

A história de Bethany e Xavier estava perfeita, tinham terminado de enviar Jake de volta ao inferno, banindo-o da terra. Só que o dia das bruxas estava chegando e as amigas humanas e idiotas da Beth, Molly e Cia. (nunca gostei dela!) resolveram fazer uma sessão espírita durante a festa de Halloween. Beth até tenta convencê-las de que não é algo bom, mas não adianta nada. Então, elas fazem a sessão e acabam libertando um espírito do mal.

Esse espírito era o de Jake, que, de uma forma muito louca e um tanto sexy, acaba levando Beth para Hades, ou o inferno, como preferir. A partir daí a história começa a melhorar cada vez mais! Até aí eu fechada o livro a cada poucas páginas, por tédio... Mas depois da fuga de Jake com a Beth, foi impossível parar! Jake é um dos príncipes de Hades, ele controla o terceiro círculo e para ele ter Beth como prisioneira seria um grande bônus.

Só que ele estava apaixonado por ela, de verdade. E Beth não queria saber disso, só de voltar para casa e reencontrar com Xavier, Molly, Ivy e Gabriel. Então ela conhece Tuck e Hanna, dois outros prisioneiros de Hades que foram designados para tomar conta e cuidar dela. Tuck mostra a Beth uma forma de ver seu mundo, então, por meio disso, conseguimos sair da cabeça da anjinha, para ver o mundo (ainda na visão dela) e o que acontece enquanto ela está fora.

A escrita da Alexandra mudou muito! Pelo menos, pelo que me lembro, a história não tinha me prendido tanto quando agora. Apesar do início monótono, vermos depois as buscas de Xavier com Ivy e Gabriel para tentar resgatar Beth, me fazia passar uma página seguida da outra sem nem ver. A história mostrou muito mais do mundo, ficou um pouco mais pesada, com exorcismos, histórias do inferno e de porque uns e outros foram parar lá. O céu também teve sua participação e foi encantadora, mesmo que rápida.

O livro terminou de forma arrebatadora, daquele jeito que nos PEDE o próximo, com urgência! Tanto que, no dia seguinte, fui comprar a continuação –Heaven- mas tava muito caro =( Então, permaneço na agonia da espera! Rs’ E na curiosidade também... Vou te contar.

Então, se você leu Halo e ficou desanimado, comece Hades! Mas comece e não pare, porque, apesar do início lento ele tem um ritmo incrível depois de algumas páginas ;) Recomendado demais! Além... É claro... De ter uma das capas mais lindas da minha estante, hahahahaha .