10 de outubro de 2014

Resenha - O Futuro de nós Dois

O Futuro de nós dois é um livro encantador, que nos faz sentir beeeem velhos! Eu imaginava algo meio diferente quando ouvi falar do lançamento, mas não me decepcionei nem um pouco quando comecei a ler o livro que me pegou de surpresa! Eu não iria lê-lo agora, mas quando reparei que por pura ironia do destino tinha colocado ele em cima de "Os 13 porquês", que também é do Jay Asher, minha vontade veio a tona!

O livro se passa em 1996, quando computadores eram itens de luxo e celulares ainda mais! A história começa quando Josh vai a casa de Emma, com quem não fala há um bom tempo -apesar de serem amigos desde crianças-, entregar um CD da AOL internet, daqueles que dava 100 horas de internet grátis. Lembra disso? Naqueeela época em que você tinha que ficar com telefone ocupado para se conectar, sabe?

Emma instala o CD e, quando se conecta, da de cara com um tal Facebook, mostrando uma Emma 15 anos mais velha, com uma vida que ela não gosta muito. Então, os dois começam a se interessar por aquela história doida e começam a se aproximar de novo. O futuro de Emma não é dos melhores, ela é infeliz no casamento, vive uma vida medíocre e, claro, isso mexe com a Emma atual, que não quer isso para o seu futuro.

Já o Josh 15 anos mais velho tem a vida dos sonhos! É rico, bem sucedido e casado com a garota mais gata e desejada do colégio (com quem ele, até então, nunca tinha trocado uma palavra se quer...). Além disso tem filhos gêmeos, etc etc. Como não querer um futuro desses?

Então Emma começa a querer mudar seu futuro e a tomar decisões hoje para ver o que acontece com o seu AMANHÃ, apenas dando um F5. E eu, você, e todo mundo que já assistiu qualquer filme que mexa com viagem no tempo, sabe o quanto essas coisas são perigosas, não é mesmo? A partir daí, entramos numa viagem deliciosa e engraçada no passado, enquanto pensamos no futuro, e refletimos sobre como nossas atitudes, até aquelas mais bobas, interferem no que pode acontecer amanhã conosco.

Kellan e Tyson são os melhores amigos dos dois e são personagens INCRÍVEIS! Uns fofos, daqueles bem típicos de livros teen que nós não conseguimos odiar, por mais bobagens que façam... Não tenho o que reclamar do livro... É uma história gostosa de se ler, fofa, com personagens divertidos e apaixonantes!

Apesar da história maravilhosa, não é um livro excepcional. É bom para aquele momento em que queremos desestressar e mudar um pouco do tipo de leitura, dá pra descansar beeem a cabeça com ele. Porém, acho que mais coisas poderiam ser exploradas e acho que a história correu muito rápido, pelo menos as histórias "paralelas" começavam e terminavam de um jeito muito corrido. Então, acabei dando apenas 3 estrelas para ele, por ser BOM, mas nada além disso.

Recomendo muiiiiito, para aqueles que querem relaxar, curtir personagens fofos e uma história gostosinha para um fim de semana ;) Acredito que também daria um ótimo filme de sessão da tarde!


4 de outubro de 2014

Promoção - Você quer ser personagem do Maurício Gomyde e ainda ganhar um LEV?


Se é pra voltar com o blog, vamos voltar em grande estilo, né? Um dos poucos parceiros que mantive, até mesmo por causa do seu jeito diferente de lidar com a parceira e toda sua pró-atividade para divulgar seus livros, foi o Maurício Gomyde (Confira as resenhas dos seus livros aqui, aqui e aqui). Suas histórias sempre me encantaram, então não quis deixar essa parceria de lado.
O conheci pessoalmente há pouco tempo e fiquei ainda mais fã dele... Sério, quem tiver a oportunidade deveria bater um papo com o Gomyde, é divertido demais!

Voltando ao que interessa... PROMOÇÃO!
Quer ser personagem do novo livro do Maurício Gomyde? Ter seu nome, características, gostos, etc, em um personagem de livro? Um bom livro, com certeza, por sinal. Esta é a sua chance! Para deixar a coisa ainda melhor, o vencedor da promoção irá ganhar também um LEV, o e-reader da Saraiva. Tem coisa melhor gente?

Para participar, é bem simples, acredite!
1. Você deve seguir o Maurício Gomyde em uma destas redes sociais:
Instagram: @mauriciogomyde
Facebook: https://www.facebook.com/MauricioGomydeEscritor
2. Comentar NESTA postagem a frase: "Eu quero ser personagem do novo livro do Maurício Gomyde"
3. Preencher o formulário abaixo: 



E pronto!
Agora, algumas observações:
- A promoção escolherá uma pessoa para participar da história do 6º livro do autor Maurício Gomyde, como já feito em duas outras oportunidades (nos livros "Ainda não te disse nada" e "Dias Melhores pra Sempre"). Além disso, a pessoa ainda ganha um LEV de presente.

- O sorteio ocorrerá dia 02/11/2014 - domingo, pelo Random.org.

- A personagem será do sexo feminino e, caso o sorteado seja uma pessoa do sexo masculino, ele poderá dedicar a personagem a alguém (esposa, namorada, amiga, irmã, etc.).

- Após o sorteio, o autor Maurício Gomyde entrará em contato com a ganhadora para uma entrevista (gostos pessoais, musicais, literários, cinematográficos, características físicas e de personalidade) e, assim, conseguir conceber a personagem que fará parte do novo romance.

- Caso queira ter mais chances de ganhar, você também por participar nos outros 184 blogs que também estão fazendo esta promoção ;)

Espero que tenham gostado, aproveitem!

1 de outubro de 2014

Resenha - Se eu Ficar

Ultimamente tenho lido muitos livros que tenho expectativas. Se eu ficar foi um daqueles que eu estava enlouquecida pra ler, pois sabia que amaria desde a primeira página. Havia muita falação sobre ele e já tinha assistido ao trailer lá de fora, mesmo antes de saber que era um livro. Para a minha sorte, sim, eu o amei desde o início, mas também o odiei.

Se eu ficar nos apresenta Mia, uma garota quieta, com poucos amigos, que se apaixona pelo violoncelo ainda bem criança e que se considera meio que uma ovelha negra na sua família, já que todos são punks, e ela ama música clássica. Apesar das diferenças, sua família não podia ser mais feliz. Eles se divertem juntos, riem e fazem passeios. E é em um desses passeios que tudo muda. Em uma grave batida de carro, Mia perde seus pais na hora, seu irmãozinho (Teddy, seu lindo!) fica em estado grave e ela entra em coma.

Apesar do coma, Mia consegue ver tudo a sua volta, como um fantasma ou anjo, denomine como quiser. Ela está viva na cama, mas seu espírito está a sua volta, vendo seus familiares sofrerem, lidando com a morte dos pais e com diversas descobertas. Ao mesmo tempo em que vemos sua família, amigos e os amigos dos seus pais a sua volta, também acompanhamos flashbacks mostrando a importância dessas pessoas na vida dela, momentos importantes que compartilharam e que me tocaram como achei impossível de acontecer.

E Adam. Mia e Adam são completos opostos, ele ama rock, assim como sua família, mas se apaixonou por ela, a menina que toca violoncelo, que não se veste de preto e ouve música clássica. E ela também se apaixonou por ele, com seu jeito despojado, divertido e apaixonado. Os dois estavam juntos há mais de um ano quando o acidente acontece, e todo o amor dele é uma das coisas mais tocantes que já li.

Se eu ficar é um livro diferente, misturando os flashbacks com um presente sem interações com os outros personagens, e também é um livro apaixonante, que te deixa à flor da pele. Não chorei, digo, não deixei lágrimas escorrerem pelo meu rosto, mas minha visão ficava turva a cada capítulo passado. Acho que uma das partes que mais me emocionou foi a conversa de Kim com a Mia desacordada. Kim é a melhor amiga de Mia (as duas também tem uma história divertidíssima, mas vou deixar você ler para descobrir.), e a cena é linda e mostra como uma amizade pode ser forte.

É um livro muito leve, que pode ser lido em questão de horas... Mas eu não me responsabilizo por desidratação, ok? A escrita de Gayle Forman é ótima, direta e muito dinâmica, não me deixando cansada de ler o livro hora nenhuma.

Vi algumas pessoas reclamando do livro, dizendo que estavam frustradas, mas não posso concordar com nenhuma delas. Acho que a história é diferente, a forma que foi contada também, quando nos propomos a ler um livro assim, devemos ter a mente aberta ao que vier, não querer que aquilo que achamos que vai acontecer, seja o que está escrito lá.
Então, se você ama uma boa história sobre família, amor, amizade e, principalmente, fé em si mesmo, Se eu ficar é o livro ideal para você. Além do mais, quem se importa em chorar um pouquinho?


Aproveite e assista ao trailer do filme abaixo. Já assistiu? Assista de novo, é lindo! <3

28 de setembro de 2014

Recomeçando aos pouquinhos...



O mundo muda, nossa vida muda e, principalmente, nós mudamos. Eu mudei muito desde que comecei o Julgue pela Capa e hoje não me vejo mais a mesma que aquela garota de sei lá quantos anos atrás (não sou de contar), que queria ver como era ser uma blogueira literária. Hoje já tive as experiências e percebo que nem tudo é uma maravilha como era prometido. As parcerias ocupam tempo, os posts com tempo certo muito mais, e eu já não tenho mais tanto tempo assim. Abri mão disso tudo há cerca de um ano (as parcerias se foram mais lentamente), em busca de mais liberdade, de voltar a ler o que quisesse, sem pressão, sem precisar ler correndo em uma semana, pra ter resenha.

Posso dizer que foi ótimo, foi sim. Sem pressões, sem desespero, sem estante ficando mais lotada a cada mês e, muitas vezes, com livros que não me interessavam tanto. Pude ler tudo o que queria (e ainda falta tanto!), demorei com os livros chatos e abandonei tantos outros que não me convenciam de primeira. Me senti a mesma leitora que era quando nova, lendo por querer e só por isso, sem obrigações. Lendo por amor.
Com o tempo tudo foi se repetindo, a vontade de ser uma blogueira de novo, de compartilhar minhas opiniões sobre um livro e de sorrir com os comentários que vinham depois. Até mesmo de fazer promoções senti saudade! Senti falta do carinho que recebia e dos tantos amigos que fiz, mas que por só falar pelo blog, quando parei de escrever com freqüência, perdi contato.

Então resolvi que era hora de voltar. Ainda tenho inúmeros trabalhos pra fazer, e o fim da minha faculdade ta chegando, o que pode causar um outro hiato no blog, mas é isso o que eu quero agora. Então, marcando minha volta, resolvi mudar tudo, zerar a cara do blog. Não está incrível, mas foi todo feito por mim, com todo o amor que eu sinto por essa página. O carinho é impossível de descrever, acho que só quem tem um blog entende que eles se tornam parte de nós depois de um tempo.

Eu não vou prometer ser freqüente, gravar vídeos, postar sempre resenhas e posts divertidos. Prometo só que eu aviso se tiver que sumir de novo, dessa vez tratarei tudo com mais cuidado. Obrigada a você que leu até aqui, que veio ao blog porque já conhecia ou por algum recado que eu deixei. Obrigada, obrigada, obrigada! São as pessoas que lêem isso aqui que mantém esse carinho indescritível que eu sinto!

Beijos

26 de julho de 2014

Bookcast #3

Oooooolá, blog!
No mês de julho, sai o nosso 3º Bookcast! Para quem ainda não sabe o que é, é um projeto entre eu, Gabi, Caíque e Gabriel, onde falamos sobre notícias do mundo literário, cinematógrafico, nerd, etc em um vídeo cheio de zoeiras feitas pelo nosso editor ;).

Esse vídeo tá longo mas ó, tá valendo a pena, viu?! Espero que gostem e não se esqueçam de dar um joinha lá no youtube que ajuda a beça, tá? <3 Falamos de Alasca, do John Green, de Silo, das Bienais, FLIP e muito mais! Clique e confira!



Os links das informações que passamos são esses:

- Artigo da Rita Skeeter traduzido: 
http://bit.ly/traducaoartigoharrypotter 

- Links dos teasers de A Esperança - Parte 1 
Teaser 1   https://www.youtube.com/watch?v=66VBs9HMp6E
Teaser 2  https://www.youtube.com/watch?v=vy0Km7SyBQQ

- Informações sobre a Bienal de São Paulo: 
http://www.bienaldolivrosp.com.br/ 

- Informações sobre a FLIP: 
http://www.flip.org.br/ingressos2014.php


Não se esqueçam de deixar sua dica, sugestão, notícia que queira saber, o que for, para o próximo, ok? :)

Beijos!

15 de julho de 2014

Resenha - O Jogador nº1

Sinto que essa resenha não será tão difícil de escrever quanto as outras de livros que gostei tanto quanto esse, afinal, recomendei tanto e descrevi a história tantas vezes que agora só preciso organizar um pouquinho a idéia para passar para você, pessoa fofa e interessada no que eu ainda escrevo! =)

Para começar, estamos em 2044, nosso mundo não está indo muito bem, a pobreza se agravou bastante e, desde então, o mundo evoluiu muito quanto à tecnologia, inclusive os videogames. Aí que entra OASIS, um super game de realidade virtual, onde o usuário utiliza visores e luvas para estar imerso no mundo criado por um senhor chamado Halliday. Tudo acontece dentro do OASIS: Escolas, compras, as pessoas vivem lá dentro, desligando-se apenas para comer, dormir, enfim, necessidades humanas.

Quando Halliday morreu, deixou um vídeo para os usuários do OASIS, iniciando uma grande caçada: A caçada ao Easter-Egg. Halliday era viciado na década de 80 e decidiu deixar para a pessoa que encontrasse o “ovo” escondido dentro do OASIS toda a sua fortuna no mundo real

Então conhecemos Wade Watts, um garoto muito pobre que mora com uma tia viciada e seu novo namorado. Wade fica ainda mais imerso que os outros no OASIS, para fugir da triste vida que tem com eles, e começa logo a história nos dizendo que conseguiu vencer a caçada e que nos contará tudo. Daí a história começa, mostrando um pouco de tudo desse mundo todo futurístico que só vemos em filmes sendo vivido por eles dentro de uma realidade virtual.

Parzival, o avatar de Wade, se torna uma celebridade do dia para a noite, quando aparece no placar tendo descoberto a primeira pista do Ovo. Todos estão atrás dele o tempo todo, querem saber quem ele é e, principalmente, como ele conseguiu tal façanha. Logo também conhecemos os amigos de Parzival, que vão conseguindo seguir as pistas junto com ele... E essas pessoas merecem uma história a parte, pois são personagens maravilhosos!


As referências ao mundo nerd, a coisas dos anos 80 estão por toda a parte! É um livro para deixar os fãs e nerds com os olhos grudados nas páginas e aqueles que, como eu, não entendem muiiiito sobre as referências, fiquem loucos atrás de explicações e pesquisando o tempo todo! Surpreendentemente, O Jogador nº1 se tornou fácil um dos meus livros favoritos por me surpreender tanto! Recomendo para todos!

Beijos,

6 de julho de 2014

Bookcast #2

Olá, olá!
Agora sim tenho uma vida semi-normal e, acredito que depois de amanhã -pra dá um tempo de vocês verem esse post, haha- começo a postar decentemente no blog novamente! *-* Para quem curtiu o primeiro, aqui vai o segundo Bookcast! E, para quem não curtiu, dá uma segunda chance, porque tá bem melhor ;)


Comentem, curtam, deem likes, o que quiserem! <3 Mas, por favor, deixe sua opinião sobre o vídeo, pois é por causa dela que estamos melhorando aos pouquinhos! ;)

Beijos,





P.S.: Eu estou voltando. mwahahaha!

29 de maio de 2014

Bookcast #1

"Que blogueira mais cara de pau! Fica MESES sem postar e volta pedindo favor, volta pedindo pra ver isso e aquilo, mimimi." 

Sim amigos, sim. Mas tudo tem uma boa causa! Como alguns sabem, eu, Gabi e Caíque formamos um trio e tanto já há algum tempo e sempre quisemos ter um projeto dos três juntos, mas ninguém quer abrir mãos do próprio filho -leia-se, blog- e então, acabamos com a ideia do Bookcast! Um vídeo com várias notícias literárias atuais -e nem tão atuais- que dão pano pra manga, que dá pra conversar e fazer vocês rirem um pouco ;).

Esse é nosso primeiro vídeo, as notícias já estão boas (modéstia a parte) e conseguimos ainda um editor-escravo pra fazer tudo pra gente (leia-se, meu namorado. Ele também tem blog! Clica aqui, ó.). Então está tudo muito bonitinho e divertido, acreditem em mim! Vocês estão vendo o início do futuro do jornal das 21h ;) ~risos~

Vou parar de embromar e deixar logo vocês com nossa bagunça literária gostosa. 

Bem vindos ao primeiro Bookcast!



Vocês gostaram? Acharam legal? Acharam divertido? Acharam uma droga e querem jogar um tomate virtual na gente? COMENTE AQUI, e lá também! Não se esqueça de dar um like para dar aquela moral para os vlogueiros iniciantes ;)

E, caso se interesse, eu vou voltar daqui há um tempo, só estou organizando minha vida de universitária em fim de faculdade! hahahah .

Beijos,

8 de abril de 2014

Bla bla bla #3 - O tal Dia do Jornalista


Ontem foi o dia do jornalista. Dia esse em que vi inúmeros professores demonstrando seu amor pela profissão, vários colegas da faculdade compartilhando imagens e falando sobre como aquele vinha sendo seu sonho e estava perto de se realizar. Parei pra pensar. Meu sonho nunca foi esse.

Não me entenda mal, mas eu nunca sonhei em ser jornalista. Nunca olhei pra TV e me vi ali, nunca roí as unhas aguardando o dia de ver meu nome assinando uma matéria no jornal e, muito menos, nunca quis que meus pais gravassem minha voz no rádio. Meu sonho sempre esteve bem longe disso, talvez fosse o sonho americano da casa bonitinha, com jardim e 2 filhos e um marido. Talvez não.

Eu só sei que nunca quis ser jornalista e caí nessa profissão no meio de um jogo de prós e contras com duas amigas sobre qual profissão seguir, algumas semanas antes de fazer a inscrição para a UERJ. Daí aconteceu. Jornalismo. Depois de várias redações com notas boas, depois de ser sempre “a bem informada”, de ser “a garota que gosta de ler e escreve textos bons” –segundo as pessoas!-... Como eu nunca tinha visto isso?

A ideia foi tomando forma na minha cabeça. Meu pai achou que tinha tudo mesmo a ver comigo, minha mãe começou a sonhar em me ver na TV, as pessoas começaram a dizer que iam me ver na bancada do Jornal Nacional. Era engraçado. E, no fim do ano, não passei para nenhuma. Tentei no ano seguinte, de novo, me dedicando só aquilo. Passei! Perdi a data. Chorei para a coordenadora, meu pai também. Nada feito. Silêncio no carro, muitas lágrimas e frustrações.

Minha mãe sugeriu a faculdade particular, meu pai não gostou, eu aceitei. Entrei com certo preconceito, com a ideia de que não sairia devidamente formada como jornalista de lá. De que – o que agora era meu sonho – não seria tão fiel ao que eu queria enquanto imaginava. Hoje, eu estou realizando um sonho.

Está quase no fim. 7º período, muitos trabalhos, dores de cabeça constantes e uma quantidade de risadas infinitas, essas que muitas vezes se misturaram ao choro da incerteza. Porque não basta você entrar, lá dentro, as dúvidas só aumentam. As teorias da Comunicação, o Marketing, a História da comunicação. Tudo te faz pensar: “Eu não fui feita para isso!” Estatística então? Por favor, eu sou de Humanas!

Mas cada vez que ponho os pés nas escadinhas da faculdade me sinto bem. Cada dia me sinto mais próxima a um sonho que será realizado e também mais insegura quanto ao que vem depois, com medo do futuro e extremamente ansiosa para desvendá-lo e ver que ainda tem algo mais a frente, que me dará ainda mais medo e ansiedade.

Eu ainda não sei se estarei na bancada do JN, se vou ter uma matéria de capa ou se vou escrever o horóscopo do dia, talvez eu seja a vozinha divertida do rádio que vai te acordar, porque estarei na redação desde as 5h, preparando tudo pra você! Talvez eu esteja do lado do artista badalado ou do jogador de futebol, dizendo tudo que ele pode falar e o que não pode, talvez você me xingue no futuro pela minha opinião contrária. Talvez eu esteja em uma pequena empresa em Curitiba, gerenciando a parte de comunicação.

Mas... Talvez... Eu esteja servindo café na minha própria cafeteria charmosa, estilo anos 20 ou 50, com prateleiras e prateleiras de livros... Afinal, este era meu sonho desde o início.

12 de fevereiro de 2014

Resenha - Enfeitiçadas

Enfeitiçadas é um livro de muitas surpresas e fez eu me arrepender de ter ficado tanto tempo sem ler algo relacionado a bruxas! Tinha me esquecido do quão maravilhosas elas são *-*. Mas vamos à história...

Cate e suas duas irmãs, Maura e Tess, são bruxas. O livro se passa em 1800 e alguma coisa, uma época onde as mulheres deviam ser submissas aos Irmãos, que é um grupo de homens que caça as bruxas e tem a responsabilidade de identificar, julgar e prender as mesmas, além de fazer isso também com mulheres que são “moderninhas” demais para eles.

Cate, a mais velha das três, está com 16 anos e irá ter que declarar sua intenção em breve a sociedade. Suas opções são se casar com um homem e ser submissa a ele, o que ela não sabe realmente se quer, e também pode se juntar as Irmãs, que é um grupo de mulheres voltadas a ajudar pessoas e meio que formar e educar meninas, como se fossem governantas. Claro que ela não faz ideia do que vai fazer ainda...

Para complicar ainda mais sua decisão, Paul, seu melhor amigo de infância, volta a cidade após anos fora e se mostra interessado em pedi-la em casamento e, em contrapartida, conhecemos Finn, um rapaz com menos condições financeiras, mas que, claro, é um doce! Finn se recusou a se juntar aos Irmãos e vive do dinheiro que ganha com a livraria da família, que os Irmãos querem fechar, já que leva conhecimento demais as mulheres e, claro, eles não querem isso.

Enquanto isso, trios de irmãs de toda a cidade começam a ser perseguidas e condenadas por bruxaria, uma a uma. Ao perceber isso, Cate começa a se preocupar com o bem estar da sua família e a pensar em como resolver isso. Sem sua mãe, que já morreu e foi quem passou o dom da bruxaria para ela, e com o pai alheio aos poderes das filhas, Cate não sabe o que fazer e busca conhecimento no diário da sua mãe, após receber um misterioso bilhete a aconselhando a faze-lo.

Então, uma profecia é descoberta e Cate percebe que a decisão da sua intenção será muito mais importante do que ela imagina. Com a chegada de uma nova governanta na casa, com intenções duvidosas, além da dúvida entre Finn e Paul, Cate se vê cercada de decisões difíceis a tomar e que não afetarão somente a ela, mas também as suas irmãs e toda sua família.

Os personagens do livro são bons. Não me senti muiiito próxima a Cate, mas nada que me incomodasse na leitura, mesmo sendo em primeira pessoa. Finn e Paul também são ótimos, mas senti falta de conhecer um pouco mais, o que me levou logo a ser "team Finn". Maura, a irmã do meio, é rebelde, linda e divertida, mas irrita na maioria das vezes, na verdade, o livro termina e eu mal conseguia segurar meu ódio dela! KKKKKK. Já Tess é super poderosa, doce e ainda mais divertida, além de se mostrar mais adulta que suas irmãs mais velhas em diversas sequencias.

O livro tem uma arte linda, a capa é maravilhosa e o início dos capítulos também é muito lindo! Fiquei apaixonada... A Arqueiro fez um trabalho incrível no visual do livro. Infelizmente, percebi diversos erros nas palavras, questão de revisão, é apenas incomodo!

Recomendo a leitura! É uma história bem dinâmica, que não se prende a cenas desnecessárias e te faz ter vontade de avançar capítulo depois de capítulo! Podemos ter um gostinho do segundo livro, já que é impossível terminar Enfeitiçadas sem querer saber o que acontece com Cate logo após... É, melhor parar por aqui, né? HAHAHAHA’

Beijos

27 de janeiro de 2014

Blá blá bla #2 - O que é ser Normal?

Fonte: Wehearit
Ninguém nunca está satisfeito com nada. Não importa o quanto você se esforce para se encontrar em um grupo, se você tem algo que te destoa, dificilmente será aceito. A internet está cheia de exemplos disso... A clássica gordinha que se esconde, fica por lá mesmo. A gordinha que se mostra e diz “Sou gostosa” só recebe um: “Não, você é gorda”. A magra vira a anoréxica, e assim por diante.

O que é normal para mim, é algo absurdo para você e vice-versa. Meu cabelo cor-de-rosa vai chocar a tia velha, mas vai parecer coisa de “poserquerendoaparecer” para aquele cara tatuado e cheio de piercings. Meu jeito tímido vai afastar possíveis amigos e atrair aqueles que querem um alvo fácil para falar bobagens. Não tente ser normal, pois isso é relativo.

Você sabia que na Etiópia e no Sudão, aqueles discos postos nos lábios perfurados das mulheres são um reflexo de beleza? Lá, a retirada dos dentes de trás também é fascinante. Em Papua-Nova Guiné, usar um osso retirado da perna de um porco que você, leitor gatinho que fica na internet o dia todo, caçou agrega muito valor, tá? E finalmente, os cabelos... Ah! Os cabelos... Na Namíbia, as mulheres passam manteiga misturada com pastas naturais no cabelo, dando um tom avermelhado e formando algo que parecem dreads.

O que? Estranhou? Isso é ser normal para eles. Mais que isso: isso é BONITO. Qual o sentido então de julgar alguém pela sua aparência? Pelo que usa? Pelo que faz com o próprio corpo, se você nunca –NUNCA- satisfará todos?

Satisfaça a si mesmo, tenha seu diferencial! Escute só quem paga suas contas... É você mesmo? Então, meu amor, se jogue! Se você sempre sonhou em ter um moicano azul metálico... A tinta não é cara! Se pensa que a tatuagem de unicórnio vai ferir sua masculinidade... Bom, eu mesma irei te zoar, mas se você gosta, é isso o que importa!

Acho que é essa última frase que define tudo... Se você gosta, é isso que importa. Não há sentido em só pensar nos outros... Haja segundo seus instintos, seja impulsivo(a). (MAS PERA, PERA. Se você quer entrar para as forças armadas ou trabalhar com algo que qualquer mudança radical seja repulsiva... Bom, melhor esquecer o que você acabou de ler. Eca, odeio ter que dizer isso.)

Esteja dentro dos seus limites e, neles, faça o que bem entender. Se importando o tempo todo com o que os outros vão pensar, você será para sempre a mesma pessoa, sem surpreender a si mesmo. Mudar faz bem, seja algo pequeno ou grande, mudanças são boas para a mente, para o coração. Para você saber qual o seu caminho e seu destino no mundo. Mudanças são necessárias, não seja normal, seja só você.

22 de janeiro de 2014

Resenha - Príncipe Mecânico

Não, eu não morri! Apenas tirei férias... Sem avisar... Er. Mas estou voltando, de verdade dessa vez, rs.

Um vício sem tamanho! É a frase perfeita para se definir a série Peças Infernais... Depois de ler a “primeira trilogia” de Os Instrumentos Mortais e o primeiro da “segunda trilogia” (Cidade dos Anjos Caídos), meio que fiquei frustrada com Cassandra Clare, sem ver necessidade nessa continuação, mas decidi dar uma chance a Anjo Mecânico e me apaixonei. Infelizmente, demorei bastante a ler sua continuação, o Príncipe Mecânico, e me arrependi muito por ter feito isso. Agora, quero Princesa Mecânica em minhas mãos PRA ONTEM!

Atenção, se você não leu o primeiro livro, aviso logo que a resenha contém spoilers de Anjo Mecânico e, se quiser seguir, é por sua conta e risco.

Após descobrir a traição do irmão e se magoar com o jeito de Will, Tessa continua tentando se encontrar neste mundo que acabou de descobrir. Ainda no Instituto, Tessa e os Caçadores das Sombras seguem juntando pistas para tentar desvendar tudo que podem sobre o Magistrado (Mortmain). Porém, agora eles têm mais um desafio... Com a morte de dois funcionários e a invasão do Instituto, a Clave não está nada feliz com a direção de Charlotte, e Benedict Lightwood fará de tudo para tirar o comando das suas mãos.

Para evitar isso, eles também terão que apresentar provas de que estão conseguindo investigar o Magistrado e mostrar que Charlotte não levará o Instituto ao fracasso. Mas enquanto isso parece que Will se torna cada vez mais esquivo e grosseiro com todos, o que deixaria muitos leitores com raiva... Poréeeeeeeem, conhecemos mais do passado esse misterioso personagem, algo que nos deixa com o coração na mão, querendo cuidar dele *-* (Ok, nós, apaixonadxs pelo Will <3).

Parece que Cassandra resolveu escrever esse livro para destruir nossos corações aos poucos. Além de toda aventura e dos muitos mistérios desvendados e iniciados, o lado emocional de muitos personagens foi exposto. Conhecemos mais também sobre Jem e sua doença e sobre o que precisa para seguir vivo. Também nos é contado mais sobre Charlotte, sua família e como ela e Henry se conheceram e ficaram juntos. É simplesmente genial e apaixonante. Não sei como não me apaixonei antes por essa série.

Todos os personagens mostram seu valor neste livro, ninguém passa despercebido. Jessamine mostra que tem mais segredos do que pensamos, Magnus tem uma importância sem tamanho e me deixou certa de que ele é um dos melhores personagens escritos pela Cassandra. Sophie, obrigada a treinar para se defender com filhos de Benedict Lightwood, junto com Tessa, se mostra forte, sincera e uma grande amiga para a personagem principal.

Enquanto todos querem fugir do Magistrado, percebemos que uma hora ou outra terão de ir de encontro a ele para conseguir as respostas que precisam. O Príncipe Mecânico é um livro que mexe com a nossa cabeça, nossos sentimentos e nos deixa a flor-da-pele, ansiosos pelo próximo volume, com raiva, tristeza e um pouco de todos os sentimentos possíveis.

Recomendo muito J Não que você fosse conseguir parar de ler a série em o Anjo Mecânico... rs.


Beijos

15 de dezembro de 2013

Resenha - Inferno

Não, eu sei que não tem desculpas, hahaha. Então vamos logo a resenha do f*ckin livro do Dan Brown <3

 “Ó, vós que entrais, abandonai toda a esperança...”                                                                                                                  - Dante Alighieri  

Eu poderia terminar essa resenha aqui e só te dizer pra ler Inferno porque você não vai se arrepender, acredite em mim. Como primeiro motivo eu digo que o autor é o incrível Dan Brown, que com certeza você já conhece, já que ele também é autor de outros livros maravilhosos como O Código da Vinci, Anjos e Demônios, Símbolo Perdido, etc etc etc... Tá. Mas Fernanda, nem todo autor tem todos os livros bons! Sim, eu sei, mas Inferno não é um desses e é um livro que você DEVE ler! Eu sei que assustei uma ou outra pessoa no ônibus com um livro com ‘INFERNO’ escrito bem grande na capa (Uma mulher fez o sinal da cruz do meu lado, acredita? --“), mas cada uma dessas pessoas valeu a pena, porque enquanto eles ficaram me julgando, eu estava me embrenhando, me afogando, ganhando muito muito muito conhecimento de arte italiana, principalmente da obra de arte que é A Divina Comédia, que inspirou tantos outros artistas depois de Dante.

Sobre o livro então, né. Mais uma vez acompanhamos Robert Langdon em uma aventura. Para quem nunca leu, Langdon é um professor universitário e especialista em símbolos e, por causa disso, geralmente ele é chamado para resolver diversos problemas que os levam a problemas maiores ainda. Em Inferno, Robert acorda sem memória em um hospital e com uma charmosa médica ao seu lado, mas logo as coisas começam a dar errado para ele, quando uma mulher invade o hospital, mata o outro médico que estava junto e tenta atirar nele, que é salvo pela charmosa médica, Sienna.

Do outro lado da história, somos apresentados a uma espécie de “empresa invisível”, que pode ser contratada por milionários e outras grandes empresas, tudo por baixo dos panos, para que eles os ajudem com diversos fins... E então conhecemos um cientista com ideias “inovadoras” sobre o mundo. Essa parte é real: Nossa população está se multiplicando cada dia mais e, como aprendemos em biologia, quando uma espécie se multiplica sem parar, acaba causando sua própria extinção. É amigos, nós, humanos, estamos indo para um caminho sem volta. Este cientista, pensando nisso, desenvolveu uma solução para este “pequeno problema”, e essa solução eu não posso falar porque acho que seria spoiler, rs.

Então nos envolvemos em uma história com narrativa ágil, cheia de conhecimento, muito descritiva e nada cansativa (acredite, eu odeio narrativas descritivas!). Este cientista, um estudioso e obcecado por Dante, deixa pistas ligadas pela Itália que levam Langdon e Sienna a uma grande aventura, em busca da tal “solução” que ele deu para a superlotação do mundo, e pela busca da sua memória de volta. E tudo acontece em apenas um dia!

O fato de Robert estar sem memória é extremamente importante para o livro e, conforme a história vai passando, situações até mesmo bem engraças acontecem por conta dessa amnésia. Porém, é claro que tudo se torna ainda mais complicado por isso, já que Langdon, pelo que o próprio vai percebendo, já havia passado por diversas coisas que está fazendo de novo para desvendar o mistério.

Quando falo de Dan Brown, é complicado descrever uma história, pois é tudo muito interligado... Mas posso garantir que todos os pontos se fecham no fim, sem pontas soltas para deixar dúvidas sobre algo. Reviravoltas das mais absurdas, que te fazem voltar páginas e ver que tudo fazia sentido, e só você não percebeu... Dan Brown é um gênio!
Se ainda não conhece o autor, recomendo totalmente a leitura. Principalmente se, como eu, tiver uma paixãozinha pela Itália, hahahaha. Além da história maravilhosa, somos apresentados a grandes obras de arte... Mas eu já falei disso, né? =) Espero que vocês tenham gostado e que procurem Inferno para uma das próximas leituras ;)

Beijos

14 de novembro de 2013

Top 5 - Animações Favoritas

Olá pessoas!
Eu sou muito apaixonada por desenhos animados (Oi, Disney!), fui criada assistindo a todas as princesas possíveis e nem por isso sou uma submissa, blá blá blá, como dizem algumas feministas extremistas por aí (mas isso é assunto para oooutro blog!), então sempre tive muito amor pelas animações e, com o tempo, fui abrindo mais os olhos e vendo outras coisas que não PRINCESAS, rs. E aqui estão as animações que eu assisto até hoje (e algumas que conheci há não muito tempo) que eu mais gosto!

1. A Bela e a Fera
Gente, amor demais esse desenho! Sempre odiei o Gaston por derrubar o livro da Bela naquela cena do início, nossa... Como um típico desenho da Disney, cheio de músicas fofas, personagens carismáticos e uma história lindinha que te faz sonhar um pouco. Quem não queria ter uma caneca como o Zip? (obs: eu tive, mas perdi em uma mudança #mimimi).


2. Meu Malvado Favorito
Esse eu não posso dizer que fez parte da minha infância mas, mesmo já velha, me apaixonei pelo desenho *-* demorei demais a assistir e agora, se possível, eu vejo o tempo todo! Gente, MINIONS são amor demais <3 Como não ser viciada neles, nas "bananas", "bundas" e "torpedos"? *---* aoeiuaeoiaueoiaeuoiaue.


3. Mulan
Tá nesse desenho a grande prova de que nem toda princesa é indefesa! Ok, a Mulan não é uma princesa, mas ainda é uma mocinha do desenho e mostrou que é muito mais forte do que muito marmanjo por aí! Sempre achei essa animação o máximo, e para mim as músicas dele são as mais perfeitas de toooodas! Mulan é um exemplo a ser seguido... Não que eu vá me disfarçar de homem e ir para uma guerra, mas você entendeu, certo? ;)


4. Enrolados
Esse eu esperei... Esperei... Espereeeeeei para sair por muito tempo e, quando finalmente saiu, perdi o interesse de ver! Eu lembro que trabalhava no cinema na época e não me interessei em dar nem uma espiadinha çç. Nunca me arrependi tanto de alguma coisa! Acabei assistindo uma dessas peças para criança no shopping, baseada na história do desenho e tive que assistir logo depois... Para variar: Me apaixonei! O desenho, já com toda a tecnologia de hoje, é ainda mais bonito que os outros. A Rapunzel é DEMAIS e o seu "príncipe", que fofo <3.



5. Aladdin
"A noite da Aráaaaaaabiaaaa, e o dia tambéeeeeem... "(8) Essa é a primeira coisa que vem na minha cabeça quando penso em Aladdin, hahaha. O início da animação sempre me deu arrepios (confesso que, até hoje, ver aquele andarilho sendo soterrado pela areia me causa falta de ar.). Pra mim, Jasmin também é outro exemplo de princesa, já que foi contra tudo que todos diziam que era bom e melhor para ela e seguiu o seu próprio sonho. Mais um desenho com músicas lindas :}



Aaaah... Não quero parar! Por mim continuava essa lista por mais uns 15 desenhos, mas top 5 é top 5 né... Agora me diz você, qual a sua animação favorita? :)

Beijo!

9 de novembro de 2013

Resenha - Os Adoráveis

Olá, coisas lindas <3

A leitura de adoráveis foi bem cheia de extremos para mim. No início, eu achei a ideia do livro bem legal, a sinopse me atraiu e me parecia mais um romancezinho bobo e engraçado, com personagens simpáticos para ler e me distrair. Porém, o livro que chegou na minha casa tinha 381 páginas e, além de tudo, era pesado! Eu não esperava isso de cara, mas comecei a leitura ainda assim empolgada!

Daí tudo foi pelos ares. Jeane é uma blogueira suuuuuper conceituada na internet, ganha muito dinheiro com isso e tem apenas 17 anos. Já mora sozinha em Londres, enquanto os pais e a irmã mais velha moram em outros países. Seu blog, o Adorkable, dita a moda dos “Dorks”, que meios que são o que vemos hoje como geeks e nerds, só que Jeane se veste de uma forma bem bizarra, coisa tipo meia calça laranja, casaco roxo de gatinhos e, sei lá... Saia pregada verde florescente! Além do cabelo que muda constantemente de cor. E, COMPLETAMENTE irritante, grossa e estúpida. Se acha superior e não fala com ninguém do seu colégio além de Barney, seu namorado bobão e sem sal.

Enquanto isso, do outro lado da história, temos Michael Lee, um garoto meio oriental, fofo, e daqueles que a gente odeia porque sabe fazer de TUDO. Inteligente, esportivo, bonito, engraçado, popular e se veste bem. Tá né. O garoto é realmente perfeito, além de namorar também com a senhorita perfeição: Scarlet.

A história se inicia com Michael desconfiando que Scarlet e Barney estão tendo um caso e –isso não é spoiler!- eles estão mesmo. Bom, tecnicamente eles não se beijaram, mas os dois se gostam e com isso os respectivos namoros acabam. Então, como você deve imaginar, Jeane e Michael acabam se aproximando aos poucos e eu não vou falar como, porque é um pouco divertido de se ler, rs.

O livro tem uma mensagem bem interessante sobre como nós somos levados pelo que os outros pensam, seja considerando isso ou não. É curioso ver como a Jeane quer sempre estar destacada de todo mundo, ser diferente e não dá a mínima para a moda dos outros, ela acredita que seus 2398479 de seguidores estarão lá por ela e que estes são os verdadeiros amigos. Mas aí é que está algo que foi forte pra mim no livro, acabamos todos sendo meio solitários com essa questão online. Os amigos deixam de estar fisicamente próximos para matar a saudade pelo Facebook, Twitter, Whatsapp... É meio triste se pararmos pra pensar nisso. E, quando percebi esse olhar, foi que comecei a gostar da Jeane.

Assim como o Michael. O lado dele não teve muitos ensinamentos pra mim, apenas de que devemos estar mais abertos as diferenças e sabermos quem somos, sem querer estar e ser tudo ao mesmo tempo! É uma narrativa bem divertida e dinâmica, isso eu posso garantir, ri um bocado da metade do livro pro fim e realmente tinha vontade de ler mais e mais quando meus pontos de ônibus chegavam. #mimimi

Adorei os tons da capa, mas detestei o fato de terem rostos dos personagens ali, me impedindo de imaginar qualquer coisa! Fiquei exatamente com a cara dos modelos na cabeça durante toda a leitura. Isso seeeeempre me chateia! Então, assim, eu recomendo sim o livro, pois é divertido e te passa uma lição sobre o mundo atual em que vivemos, mas ao mesmo tempo ele demora a nos envolver e acaba frustrando um pouco.

Beijos

27 de outubro de 2013

Resenha - Bruxos e Bruxas

Era um sonho pra mim ler James Patterson, sério mesmo. Eu via que ele sempre escrevia livros incríveis de suspense, mas como essa nunca foi a minha praia, acabei nunca lendo. Bruxos e Bruxas foi meu primeiro contato com a escrita dele e não me decepcionei nem um pouco, porém, também não foi aquele choque de “omg, o que eu estava pensando?!”. Mas o que importa é que gostei, certo? rs.

Pra começar, minha expectativa era ENORME –talvez por isso a decepção de leve-, já que a Novo Conceito fez um dos melhores trabalhos de divulgação que eu já vi com o livro! Claro, após várias cartas chegando em casa, cartazes de procurados e a página da Novo Conceito “hackeada” deu pra sacar o que era. E isso me deixou ainda mais ansiosa pela leitura do livro e por ele chegar na minha casinha <3 Quando chegou, não demorei a ler! Apesar de ter gostado demais, não foi tudo que eu esperava no fim.

Bom, Bruxos e Bruxas é narrado por Wisty e Whit, dois irmãos, ela com 15 e ele com 17 anos, que tem sua vida virada de ponta cabeça, por conta de uma acusação de bruxaria! Os dois, que nunca tinham ouvido falar de nada disso, são presos em casa e seus pais são levados também –sabe-se lá Deus para onde-, deixando-os sozinhos em uma prisão.

Claro que acabamos descobrindo que os dois são sim bruxos e que podem fazer coisas inimagináveis. Wisty é quem tem mais destaque nesse início da história, se mostrando extremamente poderosa, mesmo que um pouco descontrolada. Whit, o irmão mais velho, não tem tanto foco assim, mas de qualquer forma também se mostra poderoso e uma graça. Rá.

Agora, nem tudo foram flores no livro. Os capítulos curtos demais - alguns com apenas uma (ou meia) página – era algo que me incomodava um pouco. Apesar de gostar de capítulos curtos, para não ter que parar a leitura de repente no meio de uma ação, esses eram curtos DEMAIS e atrapalhavam um pouco, já que vários eram desnecessários. Aos 15 anos, achei Wisty infantil, falando coisas demais e que podiam acabar trazendo problemas para eles!

Conhecemos vários personagens durante a história, mas nenhum deles foi explorado muito a fundo, e isso colaborou para a frustração toda, ainda mais com a expectativa que eu tinha com o nome JAMES PATTERSON. Bom, eu tenho algumas teorias sobre isso, mas não vou falar delas aqui, hahaha. O que importa é que acho que é tudo culpa da tal Gabrielle, que escreveu em conjunto com ele o livro, e deixou tudo meio bizarro.

A vontade de ler o ‘Dom’ não foi despertada e agora, que ele já foi lançado, não pensei nem em comprá-lo ou pedir para resenha, já que sei que não lerei tão cedo, afinal, não estou realmente curiosa. Para mim foi realmente uma frustração, mas vi algumas falando muito bem, então, quem sabe você não curte?


Beijos