8 de outubro de 2013

Top 5 - Livros que mexem com a gente

Olá olá olá!
Bom, nessa tentativa de rehab de blogueira, decidi começar a postar essa Tag pelo menos 2 vezes por mês. É como já vi no Garota It e em outros blogs também, e espero que vocês gostem! Ah, claro, também aceito ideias de temática para as próximas.
Bom, tem livros que a gente gosta muito de ler, tem livros que nos mudam de alguma foram e tem aqueles que mexem com a gente. Acredito que esse mexem seja algo entre os dois. Já gostei demais de ler vários livros e posso contar nos dedos aqueles que me mudaram pra valer, então esse meio termo são aqueles livros realmente especiais, mas que não sentimos ciúme na hora de indicar, rs.

1. A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak


Acho que esse livro entra para a lista também daqueles que dispensam apresentações. Mas falar sobre ele, ao mesmo tempo, é muito gostoso... Ele foi o último livro que eu consegui reler, e isso faz mais ou menos uns 2 anos. Eu sempre amo livros sobre a segunda guerra e esse foi o que começou essa paixão toda, com Liesel, seus "pais" e claro, com a narração da dona Morte.

Além de tudo, a dica é boa! O filme será lançado em janeiro e você, caso não tenha lido ainda essa obra de arte, ainda dá mais do que tempo! Se joga. Aproveita e dá uma olhada no trailer aqui embaixo. 


2. Quem é Você, Alasca? - John Green

Ta aí, John Green não poderia deixar de aparecer no meu Top 5 de jeito nenhum, mas eu ainda fiquei muito na dúvida se colocaria ou não, porque ele foi daqueles que mexeu DE VERDADE, mas cheguei a conclusão de que não me mudou, já que não rolou uma identificação tãaao grande com os personagens. Alasca é impulsiva, louca e até certo ponto, irritante. E Miles, o protagonista (Seria mesmo?), era meio chato, apesar de estar em busca do seu Grande Talvez. Acho que foi isso, essa busca, que mexeu comigo. Não foram os personagens, tão pouco os acontecimentos -que, ok, me fizeram derramar algumas lágrimas- que me marcaram. O livro deixou bem claro que você não deve ficar parado, vendo a vida passar, deve ir em busca de algo, mesmo que não saiba exatamente o que isso é.



3. Um Amor pra Recordar - Nicholas Sparks


Eu amo Nicholas Sparks, sempre choro com os livros dele, consegui a senha para o autógrafo e não consegui autografar. Mas isso é assunto para um post carregado de rancor, e é essa não é a hora. Pois é, eu sempre choro, mas nenhum me fez chorar tão compulsivamente quanto esse, ainda mais sabendo já perfeitamente o final, porque o filme sempre foi o meu favorito. A mensagem dele é simples, mas o livro mexeu comigo, mesmo. Tocou meu coração de verdade. Cada página lida era amada e adorada, era estranho, mas a leitura desse livro foi absolutamente deliciosa, mesmo com toda a sua tristeza. Vale a pena para os que gostam muito de romances, muito mesmo.



4. Garotas de Vidro - Laurie Halse Anderson


Saindo um pouco da linha dos romances.... Garotas de Vidro é arrebatador. Eu sabia que seria um livro bem forte e até um pouco chocante, mas não esperava todas as sensações que ele me trouxe. Cheguei a ficar preocupada com meu bem estar durante a leitura, de verdade, rs. A história fala de Lia, uma garota que sofre de anorexia/bulimia e ainda "pratica" cutting (se corta), e em certos momentos eu mal conseguia comer, por ter entrado tão de cabeça na leitura. As cenas de corte me deixavam arrepiada e enjoada. Foi tudo muito real, as vezes até assustador. Mas quando fechei o livro, terminando-o, soube que aquela era uma autora genial e que o livro ficaria realmente marcado na minha memória.


5. Percy Jackson e o Último Olimpiano - Rick Riordan


E agora é a hora em que eu posso ouvir Caíque e Gabriel comemorando. Sim. Mexeu gente, mexeu muito comigo. Chorei, ri e me apaixonei ainda mais pela série. Com a vantagem de saber que teria mais depois <3 Eu não podia deixar de colocar ele aqui. Já que realmente Percy Jackson foi muito importante, mesmo que eu tenha lido há tão pouco tempo, rs.






Espero que tenham curtido! Deixem aqui, se quiserem, o livro que mais mexeu com você também!
Beijos,

29 de setembro de 2013

Resenha - O Julgamento de Gabriel

O Inferno de Gabriel (você pode ler a resenha aqui) me deixou completamente encantada com a quantidade de cultura italiana contida nele. Pedi O Julgamento de Gabriel ansiosa por ter mais disso, em busca de mais conhecimento da cultura que eu tanto amo e, infelizmente, me decepcionei. Nesse quesito.

Gabriel e Julia estão juntos e felizes, finalmente, porém, junto com uma série de coincidências (e isso sempre me chateia), o Comitê Disciplinar da Universidade recebe uma denúncia sobre o relacionamento dos dois. Então, a maravilhosa pseudo lua-de-mel dos dois acaba por aqui.

O livro manteve seu tom sensual e doce nas falas. O relacionamento entre o casal protagonista ainda é muito intenso e dá pra ver o amor grande entre eles, maaaas, com essa denúncia, Gabriel se sacrifica e assume que ele é quem assediava Julia, enquanto os dois ainda eram professor e aluna.

Nesse livro conhecemos melhor Paulina e tudo que ela é capaz de fazer, além de outro lado de Gabriel. Um homem que se mostra bem mais amadurecido, com vontade de mudar e ser uma pessoa ainda melhor. A partir daqui é complicado falar de umas coisas, mas, para falar de um ponto crucial pra mim, preciso contar: Eles passam algum tempo separados e, neste meio tempo, ao contrário de Gabriel, Julia se mostra infantil, dependente e chata.

Não consegui engolir ela enquanto vivia suas tristezas (É aquela tal da maldição do segundo livro, certeza que vocês já conhecem, hahaha), ficava reclamando e xingando e sendo a mocinha chata, enquanto via tantos esforços de Gabriel para crescer.

Porém, o desfecho não deixou a desejar. Com um fim já ao estilo de Sylvain Reynard, fiquei apaixonada nas últimas páginas e desejando, sim, o último livro da série. Espero que seja lançado logo e, principalmente, que não me decepcione como O Julgamento de Gabriel fez. Vamos torcer.

Beijos

19 de julho de 2013

Resenha - A Sombra da Lua

As vezes eu tenho medo de escrever resenhas de alguns livros, pois o final as vezes me influencia demais, tanto pra gostar mais, ou menos, de alguma história. Esse foi o caso de A Sombra da Lua pra mim. Assumo que nunca li um suspense como esse, de assassinato, desses estilo James Patterson e Cia, e por isso, considerem minha resenha uma de uma pessoa “leiga no assunto”, falando totalmente pela própria opinião. Porque é isso mesmo.

Iniciei a leitura meio pressionada, ele estava aqui há muito tempo! Muito. Mesmo. Coisa de mais de ano. E veio de parceria ~Quão irresponsável eu consigo ser?~. Pois é, comecei a ler e me envolvi completamente na história, fascinada com a descoberta de um gênero nunca antes explorado por mim e que parecia que ganharia um lugarzinho especial no meu coração, até que tudo começou a ser meio confuso, e eu comecei a me achar burra ou sei lá.

Virgil Flowers é um detetive da Divisão de Homicídios e foi chamado para uma cidadezinha, para ajudar o xerife local a resolver um assassinato. Assim que ele chega, dá de cara com uma casa pegando fogo, daqueles incêndios gigantescos. Incêndio esse que já vimos antes, no primeiro capítulo do livro, narrado pelo “Lunar”, o grande assassino da história. Logo conhecemos o xerife Stryker, que é melhor amigo de infância de Virgil, e sua linda irmã Joan, por quem Virgil fica de quatro, rs.

Inúmeros outros personagens vão aparecendo na história, como Jéssica, Big Curly e Little Curly, o jornalista Williamson, etc etc etc. Judd era o dono da casa incendiada, e o assassinato que Virgil tinha ido resolver era o dos Gleason, os dois acabaram sendo ligados e as investigações começaram. É complicado falar de um livro de suspense, pois tudo é muito interligado! E talvez isso tenha me deixado meio confusa. E por me sentir tão confusa, me senti muito burra. O problema é que não sei se sou “mentalmente desprovida” mesmo, para ler suspenses, ou se foi a narrativa mesmo.

Tentei ler com o máximo de atenção possível adorei tudo, os personagens são todos ótimos, Virgil é encantador. O problema é que acho que tudo foi muito focado nele, não vi desenvolvimento demais nos outros, que pudesse me fazer ter suspeitas ou boas surpresas com o fim! Fim este que me deixou meio ‘bléh’, é bom? Sim, ok. Mas nada que tenha me feito ficar fascinada com a história ou com o gênero.


A história fascinou por si só e se terminássemos sem um assassino talvez eu tivesse ficado mais satisfeita com o que foi feito do que como acabou. Aí volto ao início: Será que o final influencia tanto assim? A história, sozinha, é muito boa! A busca pela resolução, os personagens, as pistas, como tudo funciona... Tudo maravilhoso, mas chegou ao final e só pensei no quão corrido foi tudo e em como outros personagens poderiam ter sido melhor explorados.

Beijos

4 de julho de 2013

Resenha - A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra

A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra foi uma experiência de leitura muito excitante. Há tempos eu não lia algo que me prendesse tanto e com elementos que estão tão presentes no meu dia-a-dia. Geralmente, amo um livro que me traga novidades, que me surpreenda com mitologias diferentes, com seres sobrenaturais, ou mesmo romances fofos, os quais eu não vou passar por. Mas, Mr. Penumbra me trouxe algo totalmente novo, com coisas com as quais eu convivo o tempo todo.

Os elementos são: Livros, bibliotecas, computadores, leitores digitais, Google, programação, busca por emprego e enfim, um certo fracasso por não chegar “lá”, seja lá onde “lá” for. Tudo isso conseguiu formar um dos livros mais legais que já li, sem dúvidas! Eu só conseguia dizer o tempo todo: “Como eu amo esse livro, como eu amo esse livro!” e é isso aí, rs. Então, vamos lá?

Clay é designer, estava começando a fazer um certo sucesso criando toda a imagem de uma lanchonete, quando tudo foi pelos ares, e ele teve que encontrar um novo emprego. Então é quando ele vai parar na Livraria 24 horas do Mr. Penumbra, e, por favor, que livraria funciona 24 horas? Que clientes iriam no meio da madrugada procurar um livro? Bom, você se surpreenderia. Haviam poucas regras: Clay não podia, em hipótese alguma, tocar nos livros do ‘Catálogo Pré-Histórico’ e tinha que anotar todos os detalhes possíveis de casa cliente que fosse lá pegar um livro. Clay pegou o horário da madrugada.

Clientes estranhos começaram a aparecer, devolvendo livros que ele não fazia idéia de que existiam e muito animados com o novo livro estranho que pegaria. Todos eles do tal do Catálogo Pré-Histórico. Então, para matar o tempo dentro da livraria sem tanto movimento, Clay começa um projeto de montar a livraria em 3D no computador e mostrando uma linha do tempo em que mostra a ordem em que os livros foram pegos por cliente “tal”. Pois então, é no meio deste projeto que Clay conhece Kat, uma garota-gênio, que trabalha no Google, e conserta alguns probleminhas da sua “Livraria 3D”. Daí que os mistérios começam a aparecer.

Clay descobre toda uma sociedade secreta por trás daquela livraria e algo que roda todo o mundo. O livro te promete algo, você fica encantado e quando lê, a coisa supera tudo que você poderia imaginar! É complicado contar o que acontece a partir de agora, porque tudo se torna spoiler, mas posso garantir que é surpreendente! O livro te prende e te deixa com vontade de ler uma página atrás da outra, sem parar, precisando descobrir o que vem a seguir!

Viagens, perseguições, Google, nerdices, mistérios, uma pitadinha de romance, nerdices, personagens engraçados, livros, mais nerdices! Como não amar A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra? É daqueles livros que você sabe quem tem que ler, quem irá gostar tanto quanto você e você não sossega até que a pessoa leia <3. Ah, como eu queria uma continuação, não que precise, ele fecha direitinho, nos deixando só com vontade de quero mais... Só que é tanto livro ruim ai com 354 livros de continuação, que me frustra ver livros maravilhosos sendo únicos, rs.

Então, se você curte nerdices, dar risadas, ficar apaixonado por um livro e se satisfazer com o final... A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra é pra você ;) 

22 de junho de 2013

Resenha - Belle

Olá pessoal! Antes de começarem a ler a resenha, quero avisar que ela não foi escrita por mim, e sim pela Sthefany, que é uma amiga minha e gosta tanto de ler quanto eu! Então, pode ser que eu apareça de vez enquanto com algumas resenhas dela aqui pra vocês, ok? :) Espero que curtam!                           


 

Oi pessoal! Meu nome é Sthefany, mas podem me chamar de Fany. Sou otome (fã de anime e cultura oriental). Escrevo músicas, canto, atuo e danço. Gosto de K-pop e Rock. Amo doces e ler é um vício pra mim. E meu sonho é ser uma cantora e uma atriz famosa. Espero que gostem da minha pessoa! ^-^

Belle é um livro da autora Lesley Pearse, lançado aqui no Brasil pela novo conceito, que conta história de uma linda garota de 15 anos, que mora na Inglaterra junto com sua mãe, Annie. Mas foi criada por Mog, empregada de onde ela vive, que por sinal é, acreditem ou não, um bordel. Porém, Belle não faz ideia do que acontece nos andares de cima ao cair da noite.

Um dia, ela conhece um garoto (mega fofo) chamado Jimmy e eles se tornam amigos. No dia seguinte, Belle resolve, junto com Mog, arrumar os quartos das meninas, e ela se encarrega do quarto de Millie. Porém, acaba adormecendo lá e, quando acorda, para sua surpresa, Millie está entrando no quarto com um homem. Belle, morrendo de medo e vergonha se esconde em baixo da cama e vê tudo o que acontece por lá (Não vou falar o que acontece porque é meio nojento) e esse homem acaba matando Millie. Assustada, ela corre do quarto pedindo ajuda a todos e o homem foge.

            No dia seguinte, ainda muito abalada, Belle conta tudo para Jimmy, mas acaba não voltando para casa, pois o homem que havia matado sua amiga Millie a captura e a vende para uma casa de prostituição, e assim ela vai passando de lugar em lugar para sobreviver até poder finalmente voltar pra casa.

 O livro é bom e relata bastante a realidade de meninas que são vendidas por pessoas sem coração que estão nesse ramo sujo. Acho que a autora deve ter pesquisado bastante sobre isso, porque ela retrata com clareza (até demais, admito que fiquei um pouco surpresa e intrigada) tudo o que acontece tanto na venda, quanto dentro dos quartos dos bordéis.

O que eu achei mais legal foi a riqueza de detalhes, e como cada coisa no livro parece ter sido bem pensada. A começar pela capa, que sendo a própria Belle, você visualiza aquela menina linda de cabelos negros olhos azuis e boca carnuda o decorrer todo da leitura. (Que é um feito e tanto para leitoras que, como eu, SEMPRE se imaginam dentro da história)
No livro também conta como Annie, mãe de Belle, conseguiu a casa onde ela é a “patroa”: Era de uma condessa que administrava a casa, e Annie era sua “empregada” (não quero dizer o nome técnico porque dá a maior peninha...) favorita. Mog tinha a função de sempre e ela ajudou a esconder que Annie estava grávida, se não a condessa poderia demiti-la. Quando a condessa morreu, deixou a casa para Annie, que continuou com o negócio do bordel.


Apesar do livro ser beeeeeeeeem grosso. Vale muito a pena o ler até o final. Eu adorei a história do inicio ao fim. Você consegue sentir todas as emoções e dramas que Belle passa e começa a refletir sobre as meninas que sofrem desse mal nos dias de hoje e sinceramente, eu passei a valorizar mais as “chatices” e preocupações da minha querida mãezinha. SUPER RECOMENDADO!

15 de junho de 2013

Tag - Alfabeto Literário

Ooooooolá pessoal! 
Nossa, sumi de novo, né?! Eu tenho percebido que realmente gosto muito daqui e mais ainda da falta de obrigação de postar a cada dois dias, ou pelo menos toda semana. Ler por vontade própria, sem ter que ficar focada em ler só o que é de parceria pra correr com resenha... Ler por ler, ler por amor aos livros e pelas histórias. Eu tenho sido feliz assim sabe? Era bom ter vários parceiros, vários livros que eu queria chegando de graça? Era, muito. Mas nada compra o gosto com o qual eu paro em frente a estante e posso me perguntar "O que eu leio agora?" sem ter o peso de vários livros de parceiros me olhando feio. Ainda os tenho, mas nada como antes. 
Bom, vamos a Tag?

Ela foi indicada pela Gabi, do Livro, filme e cia. As regras são as seguintes:

- Você deve escolher 5 letras do alfabeto (no máximo para o post não ficar muito grande), podendo ser aleatórias ou seguidas, e mandá-la para cada blog que você escolher, uma sequencia.
- O blog que receber a tag, deverá escolher 5 livros que comecem com as letras que foram indicadas.- Artigos não contam. Ex.: "O mundo acabou". O artigo "O" não conta como letra "O", ou seja, o que vale são as letras da palavra secundária, nesse caso, a letra "M".- O número de blogs e letras depende de cada um.- Na ausência de livros com TODAS AS LETRAS, o leitor poderá fazer sua própria listinha de 5 livros.- Para participar da tag, você deve ter sido tagueado ok?!

A Gabi me deu as letras A, F, I, M, P e eu escolhi livros só entre os que já li, achei que ia ser um desafio maior, hahahaha.


Para A, eu escolhi Amante Desperto, da série A Irmandade da Adaga Negra. É um livro que me conquistou demais, ele é imenso e mesmo assim daqueles que deixam a gente vidrado, sem conseguir tirar os olhos das páginas. Cada ação, cada descoberta e fala me deixava sem fala. 
Mas sabe como é essa série... A cada um que a gente lê, ele vira nosso favorito, hahaha. Como parei nesse -por enquanto- é meu livro favorito da série, e esse o meu guerreiro favorito também s3 Zsadist






Para a letra F, escolhi Feios, da série... Feios, rs. É o primeiro livro da série e não me deixou tão apaixonada quanto vejo a maior parte dos fãs da série por aí, mas depois da metade do livro, consegui me conectar com a história e aproveitá-la. 
Espero que os próximos melhorem! Apesar de não ter nem pensado em ler Perfeitos ainda, mas lerei... lerei, haha



Para I, eu escolhi O Inferno de Gabriel, que eu mal tenho palavras para descrever! Ele foi tudo que eu não esperava e muito mais! Eu amo tudo relacionado a Itália, e o livro me presenteou com muita cultura, textos, poemas e enfim, a língua que é a mais sexy de todos os teeeeempos! Ah, como eu amo a Itália s2. Além das cenas picantes de muito bom gosto, que não nos envergonham e são muito bem escritas ;)






Para letra M, escolhi A Música que mudou minha vida, que com certeza é um dos livros mais engraçados que já li! Eu não tenho ele físico, li pelo pc e amei *-* Cada página era uma gargalhada, com a história de Audrey sendo perseguida por todos, por causa da música que seu ex-namorado fez assim que eles terminaram! É um livro daqueles que eu recomendo para todo mundo, sem exceções *-* Além de ter uma capa linda e colorida, que é algo que eu amo demais. Chama atenção e não decepciona ;).





E, finalmente, a letra P. O livro escolhido foi Um Porto Seguro, do Nicholas Sparks, que eu achei um dos melhores livros dele. Apesar de não ser tão trágico quanto os outros, mas estar dentro da mesma fórmula, ele mexeu de um jeito diferente comigo e me deixou ainda mais encantada com as histórias escritas por ele. 
Não sei bem o que foi que teve esse diferencial, e talvez não tenha sido nada especial, mas com certeza foi um livro e tanto! Mas é claro, sendo Nicholas Sparks, só recomendo para os extremamente românticos, rs.


Eu não vou indicar ninguém, aehoaiehaoeihaeoihae. E como precisa ser indicado, pra poder ter as letras, caso você queira responder essa tag no seu blog, deixa um comentário, que eu comento no seu com as letras, ok?
Espero que tenham gostado! 
Beijos


28 de maio de 2013

Resenha - Meu amor, meu bem, meu querido

Existem duas coisas que podem acontecer quando você lê um livro sem se lembrar da sinopse. 1- Você se apaixona pela história, que descobre aos poucos, sem saber pelo que esperar. Ou 2- Você se frustra como que acontece e se arrepende de ter lido sem saber bem o que ia encarar pela frente. Eu ainda não decidi muito bem o que aconteceu comigo, pois queria muito mais aprofundar no romance, mas me vi imersa em um mundo de velhinhos nada fofos e muito divertidos, com uma garota querendo superar um amor, ou uma obsessão.

Meu amor, meu bem, meu querido, te passa de cara uma imagem de romance gracinha. Só lembrava que tinha um carinha mau na história e que a Garota Calada –Ruby- estava saindo com ele. Me identifiquei muito com a personagem principal no início, que não sabe ser quem ela verdadeiramente é na frente das pessoas e que acaba se tornando pessoas diferentes quando está com um ou outro. Ô tristeza. Não é falsidade, é não saber como agir e tentar se adaptar.

Pois bem, Ruby começa a sair com Travis –o garoto mau- e ele é daqueles viciados em adrenalina (só pode), ele começa a levá-la para pequenas aventuras por achar ela uma garota corajosa, afinal, ela age assim na frente dele. Os dois começam a sair juntos, até que em uma aventura um tanto exagerada de Travis, Ruby percebe que não é aquilo que ela quer. Sem saber como se livrar daquela paixão toda por pelo carinha mau, Ruby acaba contando para a mãe sobre ele, sem dar detalhes, e, para ajudá-la, a mãe começa a levá-la para o Clube do Livro que ela organiza: As Rainhas das Caçarolas <3. E é a volta delas que a história gira.

Durante a leitura de um livro, as outras integrantes descobrem que Lilian –uma das rainhas, que sofreu um derrame- é a personagem principal daquela história que estão lendo. Nunca haviam acreditado nela, mas, após o contato com o autor, a mãe de Ruby percebe a verdade, conta para elas, e todas decidem que devem ajudá-los a ficar juntos. O problema é que as filhas de Lilian colocaram-na em uma casa de repouso. Claro, teriam que sequestrá-la.

A partir daí a aventura só aumenta, um grupo de velhinhos, a mãe de Ruby, a própria Ruby e Chip Jr., seu irmão mais novo, entram em uma aventura incrível para fazer Lilian ter o seu final feliz. Mas essa história é muito mais do que apenas para ajudar Lilian, serve também para tentar fazer com que Ruby tente esquecer Travis, o que se mostra uma tarefa muito difícil. Ainda conhecemos também o pai de Ruby e Chip Jr., que foi o “cara mau” da vida da mãe de Ruby, e que a motiva ainda mais a querer esquecer Travis.

Queria um romance. Queria um mela-mela que me fizesse suspirar. Sim. Porém, amei a história de amor de Lilian e Charles, toda a aventura, e o espírito feliz e familiar que o livro te passa. O final é esperado e, conforme você continua a ler, percebe o que irá acontecer, porém, o ritmo de leitura não se perde em momento algum. Amei. É uma leitura mais do que recomendada para os que querem se surpreender (Agora não vão mais tanto, maaas... hahaha) e se aventurar.

Ah! E como conta a história de um clube de leitura, no fim ainda vem com um guia para clube, com questões a serem discutidas, e atividades: Coisas como criar seu próprio clube da leitura, descobrir uma história digna de livro dentro da sua família e coisas do gênero. Achei muito criativo!

Foi meu primeiro livro da autora, Deb Caletti, e não me arrependo! Recomendado ;)