15 de junho de 2013

Tag - Alfabeto Literário

Ooooooolá pessoal! 
Nossa, sumi de novo, né?! Eu tenho percebido que realmente gosto muito daqui e mais ainda da falta de obrigação de postar a cada dois dias, ou pelo menos toda semana. Ler por vontade própria, sem ter que ficar focada em ler só o que é de parceria pra correr com resenha... Ler por ler, ler por amor aos livros e pelas histórias. Eu tenho sido feliz assim sabe? Era bom ter vários parceiros, vários livros que eu queria chegando de graça? Era, muito. Mas nada compra o gosto com o qual eu paro em frente a estante e posso me perguntar "O que eu leio agora?" sem ter o peso de vários livros de parceiros me olhando feio. Ainda os tenho, mas nada como antes. 
Bom, vamos a Tag?

Ela foi indicada pela Gabi, do Livro, filme e cia. As regras são as seguintes:

- Você deve escolher 5 letras do alfabeto (no máximo para o post não ficar muito grande), podendo ser aleatórias ou seguidas, e mandá-la para cada blog que você escolher, uma sequencia.
- O blog que receber a tag, deverá escolher 5 livros que comecem com as letras que foram indicadas.- Artigos não contam. Ex.: "O mundo acabou". O artigo "O" não conta como letra "O", ou seja, o que vale são as letras da palavra secundária, nesse caso, a letra "M".- O número de blogs e letras depende de cada um.- Na ausência de livros com TODAS AS LETRAS, o leitor poderá fazer sua própria listinha de 5 livros.- Para participar da tag, você deve ter sido tagueado ok?!

A Gabi me deu as letras A, F, I, M, P e eu escolhi livros só entre os que já li, achei que ia ser um desafio maior, hahahaha.


Para A, eu escolhi Amante Desperto, da série A Irmandade da Adaga Negra. É um livro que me conquistou demais, ele é imenso e mesmo assim daqueles que deixam a gente vidrado, sem conseguir tirar os olhos das páginas. Cada ação, cada descoberta e fala me deixava sem fala. 
Mas sabe como é essa série... A cada um que a gente lê, ele vira nosso favorito, hahaha. Como parei nesse -por enquanto- é meu livro favorito da série, e esse o meu guerreiro favorito também s3 Zsadist






Para a letra F, escolhi Feios, da série... Feios, rs. É o primeiro livro da série e não me deixou tão apaixonada quanto vejo a maior parte dos fãs da série por aí, mas depois da metade do livro, consegui me conectar com a história e aproveitá-la. 
Espero que os próximos melhorem! Apesar de não ter nem pensado em ler Perfeitos ainda, mas lerei... lerei, haha



Para I, eu escolhi O Inferno de Gabriel, que eu mal tenho palavras para descrever! Ele foi tudo que eu não esperava e muito mais! Eu amo tudo relacionado a Itália, e o livro me presenteou com muita cultura, textos, poemas e enfim, a língua que é a mais sexy de todos os teeeeempos! Ah, como eu amo a Itália s2. Além das cenas picantes de muito bom gosto, que não nos envergonham e são muito bem escritas ;)






Para letra M, escolhi A Música que mudou minha vida, que com certeza é um dos livros mais engraçados que já li! Eu não tenho ele físico, li pelo pc e amei *-* Cada página era uma gargalhada, com a história de Audrey sendo perseguida por todos, por causa da música que seu ex-namorado fez assim que eles terminaram! É um livro daqueles que eu recomendo para todo mundo, sem exceções *-* Além de ter uma capa linda e colorida, que é algo que eu amo demais. Chama atenção e não decepciona ;).





E, finalmente, a letra P. O livro escolhido foi Um Porto Seguro, do Nicholas Sparks, que eu achei um dos melhores livros dele. Apesar de não ser tão trágico quanto os outros, mas estar dentro da mesma fórmula, ele mexeu de um jeito diferente comigo e me deixou ainda mais encantada com as histórias escritas por ele. 
Não sei bem o que foi que teve esse diferencial, e talvez não tenha sido nada especial, mas com certeza foi um livro e tanto! Mas é claro, sendo Nicholas Sparks, só recomendo para os extremamente românticos, rs.


Eu não vou indicar ninguém, aehoaiehaoeihaeoihae. E como precisa ser indicado, pra poder ter as letras, caso você queira responder essa tag no seu blog, deixa um comentário, que eu comento no seu com as letras, ok?
Espero que tenham gostado! 
Beijos


28 de maio de 2013

Resenha - Meu amor, meu bem, meu querido

Existem duas coisas que podem acontecer quando você lê um livro sem se lembrar da sinopse. 1- Você se apaixona pela história, que descobre aos poucos, sem saber pelo que esperar. Ou 2- Você se frustra como que acontece e se arrepende de ter lido sem saber bem o que ia encarar pela frente. Eu ainda não decidi muito bem o que aconteceu comigo, pois queria muito mais aprofundar no romance, mas me vi imersa em um mundo de velhinhos nada fofos e muito divertidos, com uma garota querendo superar um amor, ou uma obsessão.

Meu amor, meu bem, meu querido, te passa de cara uma imagem de romance gracinha. Só lembrava que tinha um carinha mau na história e que a Garota Calada –Ruby- estava saindo com ele. Me identifiquei muito com a personagem principal no início, que não sabe ser quem ela verdadeiramente é na frente das pessoas e que acaba se tornando pessoas diferentes quando está com um ou outro. Ô tristeza. Não é falsidade, é não saber como agir e tentar se adaptar.

Pois bem, Ruby começa a sair com Travis –o garoto mau- e ele é daqueles viciados em adrenalina (só pode), ele começa a levá-la para pequenas aventuras por achar ela uma garota corajosa, afinal, ela age assim na frente dele. Os dois começam a sair juntos, até que em uma aventura um tanto exagerada de Travis, Ruby percebe que não é aquilo que ela quer. Sem saber como se livrar daquela paixão toda por pelo carinha mau, Ruby acaba contando para a mãe sobre ele, sem dar detalhes, e, para ajudá-la, a mãe começa a levá-la para o Clube do Livro que ela organiza: As Rainhas das Caçarolas <3. E é a volta delas que a história gira.

Durante a leitura de um livro, as outras integrantes descobrem que Lilian –uma das rainhas, que sofreu um derrame- é a personagem principal daquela história que estão lendo. Nunca haviam acreditado nela, mas, após o contato com o autor, a mãe de Ruby percebe a verdade, conta para elas, e todas decidem que devem ajudá-los a ficar juntos. O problema é que as filhas de Lilian colocaram-na em uma casa de repouso. Claro, teriam que sequestrá-la.

A partir daí a aventura só aumenta, um grupo de velhinhos, a mãe de Ruby, a própria Ruby e Chip Jr., seu irmão mais novo, entram em uma aventura incrível para fazer Lilian ter o seu final feliz. Mas essa história é muito mais do que apenas para ajudar Lilian, serve também para tentar fazer com que Ruby tente esquecer Travis, o que se mostra uma tarefa muito difícil. Ainda conhecemos também o pai de Ruby e Chip Jr., que foi o “cara mau” da vida da mãe de Ruby, e que a motiva ainda mais a querer esquecer Travis.

Queria um romance. Queria um mela-mela que me fizesse suspirar. Sim. Porém, amei a história de amor de Lilian e Charles, toda a aventura, e o espírito feliz e familiar que o livro te passa. O final é esperado e, conforme você continua a ler, percebe o que irá acontecer, porém, o ritmo de leitura não se perde em momento algum. Amei. É uma leitura mais do que recomendada para os que querem se surpreender (Agora não vão mais tanto, maaas... hahaha) e se aventurar.

Ah! E como conta a história de um clube de leitura, no fim ainda vem com um guia para clube, com questões a serem discutidas, e atividades: Coisas como criar seu próprio clube da leitura, descobrir uma história digna de livro dentro da sua família e coisas do gênero. Achei muito criativo!

Foi meu primeiro livro da autora, Deb Caletti, e não me arrependo! Recomendado ;)


13 de maio de 2013

Desventuras de uma Míope


Eu tinha uma visão perfeita. Daquelas que a avó pede para colocar a linha na agulha, e não me demorava nem 5 segundos, daquelas que a mãe falava “bemzadeus”, quando lia aquele cartaz longe, que ela nem entendia nada. Até que eu comecei a ler. Eu sabia que uma hora ia acontecer comigo, minha mãe sempre amou ler e meu pai também. Minha avó amava estudar línguas, e claro, eu não ia escapar do mesmo destino. Então me viciei na leitura e... Estou dando adeus a uma boa visão.

Eu lia com luz do celular, nas madrugadas antes de ir para escola, e sempre levava esporros. Depois, meu pai instalou uma luminária, que não ajudava muito, pois minha vista continuava sendo forçada, e cada dia mais, a visão que inicialmente só ficava cansada, foi ficando turva e sem cor. O problema era: Eu enxergava mal de longe, e quando chegava ao médico, ele dizia que a distância era normal, que eu não precisava de óculos... E lá estava eu, sem óculos, perdendo mil ônibus por causa do maldito oftalmologista. E não foi só um.

“Ah, esse grau é bem baixo, não é necessário óculos!”, eles diziam. Até essa semana, onde, não importa o que eles digam na próxima consulta, EU TENHO QUE USAR ÓCULOS. Passei direto por três pessoas que conheço. E não eram pessoas que eu vejo vez ou outra...

Lá estava eu, no ônibus, só reparando que aquele garoto descarado não parava de me encarar –e eu odeio que me encarem!-, amarrei a cara, me levantei para saltar e me assustei quando o “garoto descarado” segurou meu braço, pronta para dar um ataque, me virei e vi que, na verdade, era um dos meus melhores amigos no ensino médio, e que não tinha conseguido chegar até minha cadeira para falar comigo.

Naquele mesmo dia a noite, estava voltando pra casa quando vejo alguém correndo atrás de mim. Se eu senti medo? Só quase tive uma síncope mas... Era uma amiga que não via há muito tempo. –Fernanda! Tô acenando pra você e te chamando, me viu não? – Sinceramente? Não, não vi. Por quê? Porque estou ficando cega, só pode!

Dependendo dos outros, esperando que alguém pegue o mesmo ônibus que eu, para que eu não tenha que fazer sinal quando ele estiver muito perto. E, se o ponto estiver vazio, ter que fizer decifrando o “formato” das letra e ver se aquele lá é o meu mesmo. Ter que forçar a vista até não dar mais para ler uma placa. Ser enganada pelos malditos “a partir de tanto” nas placas das lojas, que sempre são pequenos demais para meus olhinhos míopes.

Eu acredito que vou conseguir um dia fazer meu exame e finalmente encontrar o oftalmologista que vai dizer “Sim, você precisa de óculos.” E eu vou poder parar de pegar os óculos dos outros para enxergar aquilo que está longe demais para mim e perfeitamente visível pelos outros.

Torçam por mim.


5 de abril de 2013

Resenha - Hades


Li Halo tem mais ou menos 2 anos, ganhei no natal do ano que fiz o blog e li logo depois. Meu encanto pela história, na época, era mágico... Lembro que estava encantada com os anjos bonzinhos, como Bethany, Ivy e Gabriel... Agora, cá estou, resenhando Hades, 2 anos depois, tendo mudado muito e, pelo visto, a autora também.

A história de Bethany e Xavier estava perfeita, tinham terminado de enviar Jake de volta ao inferno, banindo-o da terra. Só que o dia das bruxas estava chegando e as amigas humanas e idiotas da Beth, Molly e Cia. (nunca gostei dela!) resolveram fazer uma sessão espírita durante a festa de Halloween. Beth até tenta convencê-las de que não é algo bom, mas não adianta nada. Então, elas fazem a sessão e acabam libertando um espírito do mal.

Esse espírito era o de Jake, que, de uma forma muito louca e um tanto sexy, acaba levando Beth para Hades, ou o inferno, como preferir. A partir daí a história começa a melhorar cada vez mais! Até aí eu fechada o livro a cada poucas páginas, por tédio... Mas depois da fuga de Jake com a Beth, foi impossível parar! Jake é um dos príncipes de Hades, ele controla o terceiro círculo e para ele ter Beth como prisioneira seria um grande bônus.

Só que ele estava apaixonado por ela, de verdade. E Beth não queria saber disso, só de voltar para casa e reencontrar com Xavier, Molly, Ivy e Gabriel. Então ela conhece Tuck e Hanna, dois outros prisioneiros de Hades que foram designados para tomar conta e cuidar dela. Tuck mostra a Beth uma forma de ver seu mundo, então, por meio disso, conseguimos sair da cabeça da anjinha, para ver o mundo (ainda na visão dela) e o que acontece enquanto ela está fora.

A escrita da Alexandra mudou muito! Pelo menos, pelo que me lembro, a história não tinha me prendido tanto quando agora. Apesar do início monótono, vermos depois as buscas de Xavier com Ivy e Gabriel para tentar resgatar Beth, me fazia passar uma página seguida da outra sem nem ver. A história mostrou muito mais do mundo, ficou um pouco mais pesada, com exorcismos, histórias do inferno e de porque uns e outros foram parar lá. O céu também teve sua participação e foi encantadora, mesmo que rápida.

O livro terminou de forma arrebatadora, daquele jeito que nos PEDE o próximo, com urgência! Tanto que, no dia seguinte, fui comprar a continuação –Heaven- mas tava muito caro =( Então, permaneço na agonia da espera! Rs’ E na curiosidade também... Vou te contar.

Então, se você leu Halo e ficou desanimado, comece Hades! Mas comece e não pare, porque, apesar do início lento ele tem um ritmo incrível depois de algumas páginas ;) Recomendado demais! Além... É claro... De ter uma das capas mais lindas da minha estante, hahahahaha .

23 de março de 2013

Sobre destinos e Conexões instantâneas

Lá estava eu, de pé no ponto, na fila, esperando o 5º ônibus passar. Finalmente eu já seria a primeira a entrar... Também, depois de ficar uma hora no shopping lendo, só para ver o tempo passar e deixar aquela fila diminuir, e depois ficar mais meia-hora só esperando conseguir ser a primeira...
O ônibus chegou. E não tinha lugar pra sentar, de novo. Ok, vamos esperar, não fiquei tanto tempo pra ir de pé, certo? O próximo ônibus demorou mais uns 10 minutos, mas chegou! E lá estava, um lindo e simpático lugar na janela, do lado de um garoto qualquer. Fui para lá e, depois de passar meu cartãozinho... O lugar estava ocupado, por uma garota deitada no colo do garoto qualquer. Bufei e olhei para o resto do ônibus, ah! Um lugar! Numa péssima localização para as minhas pernas enormes, mas posso superar... Pelo menos ia lendo, o que me tiraria –mentalmente- do engarrafamento.
Me sentei, comecei a tirar meu livro “Beijo das Sombras” da bolsa e dei aquela olhada pro lado. O gordinho simpático lia “Silêncio”, o terceiro livro da série Hush Hush! Como era possível?!Comecei a sentir aquele calorzinho de felicidade e quando vi já estava perguntando: “Você gosta dessa série?” toda felizinha, e ele respondeu “Sim, é o terceiro da série, é muito boa!” E então: “Eu sei, já terminei! É incrível mesmo...”, então, mais uma troca de palavras aqui e acolá sobre muitos livros para serem lidos e... Conexão instantânea feita.
Não, eu não me apaixonei. Eu apenas sabia que aquela pessoa ali do meu lado poderia ser um grande amigo meu, uma pessoa que eu conversaria todos os dias. E quantas vezes isso acontece? Comigo não foi a primeira, o estranho é que a primeira vez eu nem falei com a pessoa, só sabia, e aparentemente ela também. É estranho você olhar pra alguém e logo se sentir conectado, não sei se é coisa de louco, mas eu adoro quando isso acontece.
No caso do gordinho do ônibus, tivemos um motivo, os livros! Se não tivesse perdido tanto tempo, não o teria conhecido e nem teria uma viagem inteira de ônibus agradável, com alguém lendo com tanto afinco quanto eu. E nem teria um “Tchau, meu bem!” que finalizaria a conexão, mas me deixaria feliz e inspirada.
Quando isso acontece do nada é ainda mais interessante, você simplesmente saber que se daria bem (ou mal) com tal pessoa, do nada, é estranho e ao mesmo tempo muito gostoso e divertido. Pessoa essa que você provavelmente não verá nunca mais, o que acaba dando uma tristezinha. Então, termino aqui essa falação boba, esperando que o gordinho simpático do ônibus termine Hush Hush e ame tanto quanto eu! E, principalmente, realmente procure Academia de Vampiros para ler, e que se lembre de mim.


Resultado da Promoção de 2 anos do Blog! =)


Vou mandar um e-mail para as três agora :) 
Obg pela participação de todos, pessoal ;) 

14 de março de 2013

Resenha - O Inferno de Gabriel

Olá gente =) Nem vou pagar o mico de pedir desculpas mais uma vez, afinal nem sei mais há quanto tempo eu não posto. #vergonha. Vou direto a resenha que é o que eu faço de melhor, hahahaha...

Eu tenho uma certa paixão pela Itália, meu avô era italiano e, por mais que não o tenha conhecido, o amo demais por tudo que todos falam dele e de como ele era com as pessoas que eu amo. Massa sempre foi meu prato favorito, e o italiano uma das línguas mais charmosas e sexies que já vi. Uma das minhas bandas favoritas é a Finley (que é italiana) e... Enfim, Itália s3. Acho que já deu pra entender.


Então O Inferno de Gabriel chegou dentro de uma linda caixa, com um pen drive me oferecendo A Divina Comédia (Um clássico Italiano), e com uma história toda baseada nesse clássico maravilhoso de Dante Alighieri, eu me apaixonei na hora! A capa linda e chamativa (que tem um casal junto e por isso, erroneamente, o livro tem sido encaixado junto com pilhas de 50 tons de Cinza e Toda Sua), as suas muuuitas páginas e enfim... Todo o livro me encantou de cara!

Ele conta a história de Gabriel Emerson, um professor da Universidade de Toronto que é especializado em Dante e tem muitos pecados, e Julianne Mitchel, uma aluna de mestrado apaixonada e angelical. Claro, o clichê e o fetiche estão claros: Aluna e professor, mas o livro é muito mais do que isso. Julia, como todos chamam, é aquela típica garota irritante, atrapalhada e infantil, e isso me irritou DEMAIS, do início ao fim do livro, um fato. E em contrapartida, Gabriel era maduro e muito rígido, as vezes até grosseiro demais, o que também me incomodava.

A história que envolve os dois, porém, é encantadora e linda. Os personagens deixaram de ser tão importantes na história para a situação em si passar a ser a protagonista da história. Os diálogos e as situações são muito bem escritas e, apesar das inúmeras cenas desnecessárias (500 páginas!!!!), cada detalhe me prendia mais ao livro.

Ele é uma enxurrada de cultura italiana. Desde a própria história de A Divina Comédia (que vou me esforçar de novo para ler completa) até vinhos e pratos. Da própria língua (lindaaa) até poesias. Quem olha para ele e o julga se dá bem mal (Olha eu renegando o nome do blog de novo...), pois ele é muito mais que um romance sexy. Ele te apresenta uma cultura maravilhosa e te enche de vontade de conhecer a Itália e tudo mais que tenha a ver com aquele lindo país.

Sobre a história em si, é boa SIM. Eu passei a chamar de ‘romance sexy’ e não erótico, porque não vi nada de erótico nele... Nada. Ok, Gabriel tem suas preferências sexuais, mas nada aconteceu que te mostrasse isso naquilo ou aquilo nisso. NADA. Ou melhor... Bom, tem que ler pra saber, não vou sair contando sobre fim de livro, né? Mas deixo bem claro que o livro é muito muito muito romântico. Fala sobre redenção, perdão, amor e outros assuntos sérios, sem forçar a barra para que você acredite em algo.

O romance deles é delicado, tenso, sexy e incrivelmente fofo. O livro terminou perfeitamente, com um ponto final que não deixa brechas para mais nada, porém, como tudo tem o seu defeito, ele é uma trilogia. Vamos ver se a “pegada” vai ser mais forte no próximo, né?

A crítica que tenho a fazer é só mesmo a básica sobre a chatice da Julia, as cenas desnecessárias (que eu gostei, cof cof), que nem todo mundo gosta. De resto, eu recomendo muito o livro, principalmente para aqueles que amam conhecer novas culturas e principalmente de la mia bella Italia. Não me arrependo de nenhuma vírgula lida nesse livro!

Muito obrigada a Arqueiro pela confiança! E a quem quer que leia a resenha, espero que goste de verdade e que procure ler esse livro maravilhoso e cheio de conhecimento!

Beijos, Nanda

24 de fevereiro de 2013

Resenha - Finale

Olá! Antes de tudo quero pedir desculpas pelo sumiço (como sempre) e deixar claro que, provavelmente, continuarei desse jeito por algum tempo. Muitas coisas tem me desanimado aqui, e outros projetos tem me deixado mais ansiosa para continuar com eles e, infelizmente, não com o blog. Porém, continuo a postar aqui. Peço desculpas aos blogueiros que comentam aqui ainda e eu não tenho retribuído.. Vou comentar em todos os que puder hoje =) Obrigada gente!

Mais um fim de saga para contar na minha vida. Como lidar com o fim de Hush Hush? Eu estou... Arrasada. Assim como a maioria das resenhas dos livros que eu amo, estou escrevendo esta logo depois de fecha-lo. Eu li Sussurro antes de ter o blog, tanto que, pelo que me lembro, umas das primeiras resenhas do blog foi sobre ele. E cá estou, para resenhar, no mês de 2 anos do blog, o último livro da série! Tem um spoiler bem pequeno de Silêncio, mas nada absurdo, espero que gostem =)

Quando terminei Silêncio estava ansiosa por Finale, mas sabendo que deveria ter terminado por ali mesmo, que era uma trilogia a princípio, e o medo de que Becca estragasse a série (como muito autor faz por aí) por prolongá-la demais tomou conta de mim. E agora, mais uma vez, estou dando a cara a tapa por isso. Toda a trama que ela conseguiu traçar no livro, toda a história, traições, envolvimentos... Foi incrível!

O livro começa no ponto onde Silêncio acaba. Nora terá que liderar o exército nefilim por ter prometido ao seu pai, Hank, que o faria, do contrário ela e a mãe morreriam. Por isso, Dante, o nefilim que era o braço direito de Hank, começa a treinar Nora para parecer uma líder aceitável aos outros nefilins, pois estes não gostam nada da história do antigo líder ter deixado uma garota como ela para liderá-los. Mas só isso não basta, Nora já é conhecida pelo seu envolvimento com Patch, um anjo caído e, portanto, os dois precisam se afastar. Os dois montam um teatro e terminam dentro do Bolsa do Diabo para que todos da comunidade nefilim ficassem sabendo do rompimento.

Por causa desse término, e para minha tristeza, no início Patch fica meio sumido, mas não deixa de fazer suas aparições marcantes. No lugar dele, ficamos com muito de Dante treinando Nora e ajudando-a a controlar seus poderes de nefilim e mostrá-la como pode ser forte. Scott também tem muitas aparições e se mostra um amigo muito mais fiel do que eu imaginava que pudesse ser, graças a uma promessa que fez ao pai adotivo de Nora de que a protegeria.

Nesse livro, Nora recebeu toda a raiva que eu consegui evitar sentir nos outros. Todos odiavam a Nora, e eu estava lá firme e forte esperando suas grandes atitudes, dessa vez... Não deu. Ela fez besteiras demais, agiu como criança demais e, apesar de ter feito sim alguns graaandes feitos, ela conseguiu me irritar. Mas no fim, acabei superando tudo.
Vee acaba não aparecendo muito também durante a história mas mesmo assim é importante. Conhecemos muito mais sobre os Arcanjos e até conhecemos um deles! Finale realmente conseguiu fechar a série com chave de ouro e me deixar com lágrimas nos olhos.

Vou sentir muiiiiiiiita saudade de todos os personagens (principalmente do Patch, cof cof), vou mesmo. E o final, aquele que nos faz suspirar e sorrir feliz por aquilo, sabendo que foi um fim... Real (Considerando o quão real eu posso falar de anjos caídos, nefilins e arcanjos... Mas vai que né?). Sabendo que tudo pode mudar no futuro, mas aí fica pra minha imaginação e de todos os outros fãs!

Leitura super recomendada para aqueles que leram o início da série! Vale a pena! ^^ Beijos.