15 de julho de 2014

Resenha - O Jogador nº1

Sinto que essa resenha não será tão difícil de escrever quanto as outras de livros que gostei tanto quanto esse, afinal, recomendei tanto e descrevi a história tantas vezes que agora só preciso organizar um pouquinho a idéia para passar para você, pessoa fofa e interessada no que eu ainda escrevo! =)

Para começar, estamos em 2044, nosso mundo não está indo muito bem, a pobreza se agravou bastante e, desde então, o mundo evoluiu muito quanto à tecnologia, inclusive os videogames. Aí que entra OASIS, um super game de realidade virtual, onde o usuário utiliza visores e luvas para estar imerso no mundo criado por um senhor chamado Halliday. Tudo acontece dentro do OASIS: Escolas, compras, as pessoas vivem lá dentro, desligando-se apenas para comer, dormir, enfim, necessidades humanas.

Quando Halliday morreu, deixou um vídeo para os usuários do OASIS, iniciando uma grande caçada: A caçada ao Easter-Egg. Halliday era viciado na década de 80 e decidiu deixar para a pessoa que encontrasse o “ovo” escondido dentro do OASIS toda a sua fortuna no mundo real

Então conhecemos Wade Watts, um garoto muito pobre que mora com uma tia viciada e seu novo namorado. Wade fica ainda mais imerso que os outros no OASIS, para fugir da triste vida que tem com eles, e começa logo a história nos dizendo que conseguiu vencer a caçada e que nos contará tudo. Daí a história começa, mostrando um pouco de tudo desse mundo todo futurístico que só vemos em filmes sendo vivido por eles dentro de uma realidade virtual.

Parzival, o avatar de Wade, se torna uma celebridade do dia para a noite, quando aparece no placar tendo descoberto a primeira pista do Ovo. Todos estão atrás dele o tempo todo, querem saber quem ele é e, principalmente, como ele conseguiu tal façanha. Logo também conhecemos os amigos de Parzival, que vão conseguindo seguir as pistas junto com ele... E essas pessoas merecem uma história a parte, pois são personagens maravilhosos!


As referências ao mundo nerd, a coisas dos anos 80 estão por toda a parte! É um livro para deixar os fãs e nerds com os olhos grudados nas páginas e aqueles que, como eu, não entendem muiiiito sobre as referências, fiquem loucos atrás de explicações e pesquisando o tempo todo! Surpreendentemente, O Jogador nº1 se tornou fácil um dos meus livros favoritos por me surpreender tanto! Recomendo para todos!

Beijos,

6 de julho de 2014

Bookcast #2

Olá, olá!
Agora sim tenho uma vida semi-normal e, acredito que depois de amanhã -pra dá um tempo de vocês verem esse post, haha- começo a postar decentemente no blog novamente! *-* Para quem curtiu o primeiro, aqui vai o segundo Bookcast! E, para quem não curtiu, dá uma segunda chance, porque tá bem melhor ;)


Comentem, curtam, deem likes, o que quiserem! <3 Mas, por favor, deixe sua opinião sobre o vídeo, pois é por causa dela que estamos melhorando aos pouquinhos! ;)

Beijos,





P.S.: Eu estou voltando. mwahahaha!

29 de maio de 2014

Bookcast #1

"Que blogueira mais cara de pau! Fica MESES sem postar e volta pedindo favor, volta pedindo pra ver isso e aquilo, mimimi." 

Sim amigos, sim. Mas tudo tem uma boa causa! Como alguns sabem, eu, Gabi e Caíque formamos um trio e tanto já há algum tempo e sempre quisemos ter um projeto dos três juntos, mas ninguém quer abrir mãos do próprio filho -leia-se, blog- e então, acabamos com a ideia do Bookcast! Um vídeo com várias notícias literárias atuais -e nem tão atuais- que dão pano pra manga, que dá pra conversar e fazer vocês rirem um pouco ;).

Esse é nosso primeiro vídeo, as notícias já estão boas (modéstia a parte) e conseguimos ainda um editor-escravo pra fazer tudo pra gente (leia-se, meu namorado. Ele também tem blog! Clica aqui, ó.). Então está tudo muito bonitinho e divertido, acreditem em mim! Vocês estão vendo o início do futuro do jornal das 21h ;) ~risos~

Vou parar de embromar e deixar logo vocês com nossa bagunça literária gostosa. 

Bem vindos ao primeiro Bookcast!



Vocês gostaram? Acharam legal? Acharam divertido? Acharam uma droga e querem jogar um tomate virtual na gente? COMENTE AQUI, e lá também! Não se esqueça de dar um like para dar aquela moral para os vlogueiros iniciantes ;)

E, caso se interesse, eu vou voltar daqui há um tempo, só estou organizando minha vida de universitária em fim de faculdade! hahahah .

Beijos,

8 de abril de 2014

Bla bla bla #3 - O tal Dia do Jornalista


Ontem foi o dia do jornalista. Dia esse em que vi inúmeros professores demonstrando seu amor pela profissão, vários colegas da faculdade compartilhando imagens e falando sobre como aquele vinha sendo seu sonho e estava perto de se realizar. Parei pra pensar. Meu sonho nunca foi esse.

Não me entenda mal, mas eu nunca sonhei em ser jornalista. Nunca olhei pra TV e me vi ali, nunca roí as unhas aguardando o dia de ver meu nome assinando uma matéria no jornal e, muito menos, nunca quis que meus pais gravassem minha voz no rádio. Meu sonho sempre esteve bem longe disso, talvez fosse o sonho americano da casa bonitinha, com jardim e 2 filhos e um marido. Talvez não.

Eu só sei que nunca quis ser jornalista e caí nessa profissão no meio de um jogo de prós e contras com duas amigas sobre qual profissão seguir, algumas semanas antes de fazer a inscrição para a UERJ. Daí aconteceu. Jornalismo. Depois de várias redações com notas boas, depois de ser sempre “a bem informada”, de ser “a garota que gosta de ler e escreve textos bons” –segundo as pessoas!-... Como eu nunca tinha visto isso?

A ideia foi tomando forma na minha cabeça. Meu pai achou que tinha tudo mesmo a ver comigo, minha mãe começou a sonhar em me ver na TV, as pessoas começaram a dizer que iam me ver na bancada do Jornal Nacional. Era engraçado. E, no fim do ano, não passei para nenhuma. Tentei no ano seguinte, de novo, me dedicando só aquilo. Passei! Perdi a data. Chorei para a coordenadora, meu pai também. Nada feito. Silêncio no carro, muitas lágrimas e frustrações.

Minha mãe sugeriu a faculdade particular, meu pai não gostou, eu aceitei. Entrei com certo preconceito, com a ideia de que não sairia devidamente formada como jornalista de lá. De que – o que agora era meu sonho – não seria tão fiel ao que eu queria enquanto imaginava. Hoje, eu estou realizando um sonho.

Está quase no fim. 7º período, muitos trabalhos, dores de cabeça constantes e uma quantidade de risadas infinitas, essas que muitas vezes se misturaram ao choro da incerteza. Porque não basta você entrar, lá dentro, as dúvidas só aumentam. As teorias da Comunicação, o Marketing, a História da comunicação. Tudo te faz pensar: “Eu não fui feita para isso!” Estatística então? Por favor, eu sou de Humanas!

Mas cada vez que ponho os pés nas escadinhas da faculdade me sinto bem. Cada dia me sinto mais próxima a um sonho que será realizado e também mais insegura quanto ao que vem depois, com medo do futuro e extremamente ansiosa para desvendá-lo e ver que ainda tem algo mais a frente, que me dará ainda mais medo e ansiedade.

Eu ainda não sei se estarei na bancada do JN, se vou ter uma matéria de capa ou se vou escrever o horóscopo do dia, talvez eu seja a vozinha divertida do rádio que vai te acordar, porque estarei na redação desde as 5h, preparando tudo pra você! Talvez eu esteja do lado do artista badalado ou do jogador de futebol, dizendo tudo que ele pode falar e o que não pode, talvez você me xingue no futuro pela minha opinião contrária. Talvez eu esteja em uma pequena empresa em Curitiba, gerenciando a parte de comunicação.

Mas... Talvez... Eu esteja servindo café na minha própria cafeteria charmosa, estilo anos 20 ou 50, com prateleiras e prateleiras de livros... Afinal, este era meu sonho desde o início.

12 de fevereiro de 2014

Resenha - Enfeitiçadas

Enfeitiçadas é um livro de muitas surpresas e fez eu me arrepender de ter ficado tanto tempo sem ler algo relacionado a bruxas! Tinha me esquecido do quão maravilhosas elas são *-*. Mas vamos à história...

Cate e suas duas irmãs, Maura e Tess, são bruxas. O livro se passa em 1800 e alguma coisa, uma época onde as mulheres deviam ser submissas aos Irmãos, que é um grupo de homens que caça as bruxas e tem a responsabilidade de identificar, julgar e prender as mesmas, além de fazer isso também com mulheres que são “moderninhas” demais para eles.

Cate, a mais velha das três, está com 16 anos e irá ter que declarar sua intenção em breve a sociedade. Suas opções são se casar com um homem e ser submissa a ele, o que ela não sabe realmente se quer, e também pode se juntar as Irmãs, que é um grupo de mulheres voltadas a ajudar pessoas e meio que formar e educar meninas, como se fossem governantas. Claro que ela não faz ideia do que vai fazer ainda...

Para complicar ainda mais sua decisão, Paul, seu melhor amigo de infância, volta a cidade após anos fora e se mostra interessado em pedi-la em casamento e, em contrapartida, conhecemos Finn, um rapaz com menos condições financeiras, mas que, claro, é um doce! Finn se recusou a se juntar aos Irmãos e vive do dinheiro que ganha com a livraria da família, que os Irmãos querem fechar, já que leva conhecimento demais as mulheres e, claro, eles não querem isso.

Enquanto isso, trios de irmãs de toda a cidade começam a ser perseguidas e condenadas por bruxaria, uma a uma. Ao perceber isso, Cate começa a se preocupar com o bem estar da sua família e a pensar em como resolver isso. Sem sua mãe, que já morreu e foi quem passou o dom da bruxaria para ela, e com o pai alheio aos poderes das filhas, Cate não sabe o que fazer e busca conhecimento no diário da sua mãe, após receber um misterioso bilhete a aconselhando a faze-lo.

Então, uma profecia é descoberta e Cate percebe que a decisão da sua intenção será muito mais importante do que ela imagina. Com a chegada de uma nova governanta na casa, com intenções duvidosas, além da dúvida entre Finn e Paul, Cate se vê cercada de decisões difíceis a tomar e que não afetarão somente a ela, mas também as suas irmãs e toda sua família.

Os personagens do livro são bons. Não me senti muiiito próxima a Cate, mas nada que me incomodasse na leitura, mesmo sendo em primeira pessoa. Finn e Paul também são ótimos, mas senti falta de conhecer um pouco mais, o que me levou logo a ser "team Finn". Maura, a irmã do meio, é rebelde, linda e divertida, mas irrita na maioria das vezes, na verdade, o livro termina e eu mal conseguia segurar meu ódio dela! KKKKKK. Já Tess é super poderosa, doce e ainda mais divertida, além de se mostrar mais adulta que suas irmãs mais velhas em diversas sequencias.

O livro tem uma arte linda, a capa é maravilhosa e o início dos capítulos também é muito lindo! Fiquei apaixonada... A Arqueiro fez um trabalho incrível no visual do livro. Infelizmente, percebi diversos erros nas palavras, questão de revisão, é apenas incomodo!

Recomendo a leitura! É uma história bem dinâmica, que não se prende a cenas desnecessárias e te faz ter vontade de avançar capítulo depois de capítulo! Podemos ter um gostinho do segundo livro, já que é impossível terminar Enfeitiçadas sem querer saber o que acontece com Cate logo após... É, melhor parar por aqui, né? HAHAHAHA’

Beijos

27 de janeiro de 2014

Blá blá bla #2 - O que é ser Normal?

Fonte: Wehearit
Ninguém nunca está satisfeito com nada. Não importa o quanto você se esforce para se encontrar em um grupo, se você tem algo que te destoa, dificilmente será aceito. A internet está cheia de exemplos disso... A clássica gordinha que se esconde, fica por lá mesmo. A gordinha que se mostra e diz “Sou gostosa” só recebe um: “Não, você é gorda”. A magra vira a anoréxica, e assim por diante.

O que é normal para mim, é algo absurdo para você e vice-versa. Meu cabelo cor-de-rosa vai chocar a tia velha, mas vai parecer coisa de “poserquerendoaparecer” para aquele cara tatuado e cheio de piercings. Meu jeito tímido vai afastar possíveis amigos e atrair aqueles que querem um alvo fácil para falar bobagens. Não tente ser normal, pois isso é relativo.

Você sabia que na Etiópia e no Sudão, aqueles discos postos nos lábios perfurados das mulheres são um reflexo de beleza? Lá, a retirada dos dentes de trás também é fascinante. Em Papua-Nova Guiné, usar um osso retirado da perna de um porco que você, leitor gatinho que fica na internet o dia todo, caçou agrega muito valor, tá? E finalmente, os cabelos... Ah! Os cabelos... Na Namíbia, as mulheres passam manteiga misturada com pastas naturais no cabelo, dando um tom avermelhado e formando algo que parecem dreads.

O que? Estranhou? Isso é ser normal para eles. Mais que isso: isso é BONITO. Qual o sentido então de julgar alguém pela sua aparência? Pelo que usa? Pelo que faz com o próprio corpo, se você nunca –NUNCA- satisfará todos?

Satisfaça a si mesmo, tenha seu diferencial! Escute só quem paga suas contas... É você mesmo? Então, meu amor, se jogue! Se você sempre sonhou em ter um moicano azul metálico... A tinta não é cara! Se pensa que a tatuagem de unicórnio vai ferir sua masculinidade... Bom, eu mesma irei te zoar, mas se você gosta, é isso o que importa!

Acho que é essa última frase que define tudo... Se você gosta, é isso que importa. Não há sentido em só pensar nos outros... Haja segundo seus instintos, seja impulsivo(a). (MAS PERA, PERA. Se você quer entrar para as forças armadas ou trabalhar com algo que qualquer mudança radical seja repulsiva... Bom, melhor esquecer o que você acabou de ler. Eca, odeio ter que dizer isso.)

Esteja dentro dos seus limites e, neles, faça o que bem entender. Se importando o tempo todo com o que os outros vão pensar, você será para sempre a mesma pessoa, sem surpreender a si mesmo. Mudar faz bem, seja algo pequeno ou grande, mudanças são boas para a mente, para o coração. Para você saber qual o seu caminho e seu destino no mundo. Mudanças são necessárias, não seja normal, seja só você.

22 de janeiro de 2014

Resenha - Príncipe Mecânico

Não, eu não morri! Apenas tirei férias... Sem avisar... Er. Mas estou voltando, de verdade dessa vez, rs.

Um vício sem tamanho! É a frase perfeita para se definir a série Peças Infernais... Depois de ler a “primeira trilogia” de Os Instrumentos Mortais e o primeiro da “segunda trilogia” (Cidade dos Anjos Caídos), meio que fiquei frustrada com Cassandra Clare, sem ver necessidade nessa continuação, mas decidi dar uma chance a Anjo Mecânico e me apaixonei. Infelizmente, demorei bastante a ler sua continuação, o Príncipe Mecânico, e me arrependi muito por ter feito isso. Agora, quero Princesa Mecânica em minhas mãos PRA ONTEM!

Atenção, se você não leu o primeiro livro, aviso logo que a resenha contém spoilers de Anjo Mecânico e, se quiser seguir, é por sua conta e risco.

Após descobrir a traição do irmão e se magoar com o jeito de Will, Tessa continua tentando se encontrar neste mundo que acabou de descobrir. Ainda no Instituto, Tessa e os Caçadores das Sombras seguem juntando pistas para tentar desvendar tudo que podem sobre o Magistrado (Mortmain). Porém, agora eles têm mais um desafio... Com a morte de dois funcionários e a invasão do Instituto, a Clave não está nada feliz com a direção de Charlotte, e Benedict Lightwood fará de tudo para tirar o comando das suas mãos.

Para evitar isso, eles também terão que apresentar provas de que estão conseguindo investigar o Magistrado e mostrar que Charlotte não levará o Instituto ao fracasso. Mas enquanto isso parece que Will se torna cada vez mais esquivo e grosseiro com todos, o que deixaria muitos leitores com raiva... Poréeeeeeeem, conhecemos mais do passado esse misterioso personagem, algo que nos deixa com o coração na mão, querendo cuidar dele *-* (Ok, nós, apaixonadxs pelo Will <3).

Parece que Cassandra resolveu escrever esse livro para destruir nossos corações aos poucos. Além de toda aventura e dos muitos mistérios desvendados e iniciados, o lado emocional de muitos personagens foi exposto. Conhecemos mais também sobre Jem e sua doença e sobre o que precisa para seguir vivo. Também nos é contado mais sobre Charlotte, sua família e como ela e Henry se conheceram e ficaram juntos. É simplesmente genial e apaixonante. Não sei como não me apaixonei antes por essa série.

Todos os personagens mostram seu valor neste livro, ninguém passa despercebido. Jessamine mostra que tem mais segredos do que pensamos, Magnus tem uma importância sem tamanho e me deixou certa de que ele é um dos melhores personagens escritos pela Cassandra. Sophie, obrigada a treinar para se defender com filhos de Benedict Lightwood, junto com Tessa, se mostra forte, sincera e uma grande amiga para a personagem principal.

Enquanto todos querem fugir do Magistrado, percebemos que uma hora ou outra terão de ir de encontro a ele para conseguir as respostas que precisam. O Príncipe Mecânico é um livro que mexe com a nossa cabeça, nossos sentimentos e nos deixa a flor-da-pele, ansiosos pelo próximo volume, com raiva, tristeza e um pouco de todos os sentimentos possíveis.

Recomendo muito J Não que você fosse conseguir parar de ler a série em o Anjo Mecânico... rs.


Beijos